VACINAS NÃO CAUSAM AUTISMO

 

Passados 20 anos após a RETRATAÇÃO PÚBLICA da INFUNDADA TESE de que a VACINA MMR causasse AUTISMO, infelizmente o FALSO MITO ainda PERSISTE e muitos pais DEIXAM de VACINAR seus filhos, o que tem desencadeado o aumento da MORTALIDADE INFANTIL em virtude de sarampo e até mesmo da gripe!!!
Seguem trechos da matéria do site www.time.com, enviado pela nossa correspondente nos Estados Unidos:


“O mito vacina-autismo é um EXEMPLO ARREPIANTE de CIÊNCIA FRAUDULENTA. 
28 de fevereiro de 2018 marca o 20º aniversário de um ARTIGO INFAME publicado na prestigiosa revista médica The Lancet, na qual Andrew Wakefield, um ex-médico britânico, LIGOU FALSAMENTE a VACINA MMR (sarampo, caxumba e rubéola) ao AUTISMO. 
Os CO-AUTORES e o JORNAL se RETRATARAM (...) SURPREENDENTEMENTE, o MITO VACINA-AUTISMO ainda PERSISTE. (...)
O AUMENTO de QUATRO VEZES na Europa nos casos de SARAMPO e 35 ÓBITOS relacionados ao sarampo em 2017 - devido em grande parte às pessoas que NÃO SÃO VACINADAS - em virtude da infundada tese de Wakefield - que provoca recusas de vacinas e levam a casos debilitantes e FATAIS de SARAMPO.
Nos EUA, o sarampo foi declarado ELIMINADO em 2000. Desde 2000, no entanto, houve RESSURGIMENTO do sarampo, com mais de 2.216 CASOS relatados (...)
A relutância da vacina não se aplica apenas ao sarampo; A GRIPE MATA 100 a 300 crianças menores de 5 anos por ano, e até 85% delas NÃO FORAM VACINADAS quando MORRERAM”.

O site G1 da globo acrescenta que o Conselho Geral de Medicina (GMC) CANCELOU O REGISTRO DO MÉDICO britânico Andrew Wakefield, responsável pela AUTORIA do MITO, pois agiu de forma "desonesta", "enganosa" e "irresponsável”! De acordo com o site AUTISMSPEAKS.ORG, uma análise realizada pela University of Sydney, na Austrália, envolvendo mais de 1.2 milhões de crianças REAFIRMA que as vacinas não causam autismo e até PODEM DIMINUIR o RISCO de incidência!

DR. ALYSSON MUOTRY

 

Dr. Alysson Muotri, o mais renomado cientista no estudo da genética e sintomas do Autismo no Mundo, indica em seu Facebook o vídeo do YouTube Nerdologia (trechos no vídeo), que demonstra toda base científica neste sentido:

Questionei Dr. Muotry se as vacinas poderiam desencadear os sintomas nas crianças com predisposição genética. Ele respondeu que a vacina, e qualquer outro insulto ambiental, poderia DESENCADEAR sintoma nas crianças que tenham PREDISPOSIÇÃO genética é uma IDÉIA APENAS e que NÃO HÁ JUSTIFICATIVA NÃO VACINAR as crianças. Acrescentou que os AUTISTAS têm um SISTEMA IMUNE MAIS REATIVO e por isso podem apresentar reações a vacinas. Contou que seu FILHO Ivan, fica todo PIPOCADO na pele quando toma vacina e explica que essa reação alérgica NÃO o deixa MAIS ou MENOS AUTISTA e que a reação some com o tempo, mostrando apenas que o sistema imune dele reagiu de uma forma mais agressiva à vacina.

Dr. Gustavo Teixeira confirma esse entendimento. 

Dr. Gadia, da mesma forma, afirmou que este MITO não possui qualquer fundamento, conforme resumo da Palestra do especialista no I Seminário Rio TEAMA: Autismo Tem Tratamento:

No Programa Bem Estar da TV Globo, o psiquiatra Dr. Daniel Barros também abordou o tema:

No mesmo sentido é a publicação do IG @sindrome_de_asperger_autismo, conforme link abaixo:

NOTÍCIA UOL

 

O site da UOL divulgou em março/2019 que o maior estudo já feito sobre assunto conclui que vacina não causa autismo:

  • Dos 6.517 diagnósticos de transtorno do espectro do autismo (TEA), houve zero sinais de qualquer link entre a tríplice viral e o autismo;

  • Pesquisadores descobriram que das 5% das crianças do estudo que não tinham sido vacinadas, 17% tiveram mais chance de serem diagnosticados com TEA

Para acessar a matéria completa, clique no link abaixo:

NOTÍCIA ESTADÃO

 

No mesmo sentido a reportagem do Estadão:

O instagram @horadevacinar e site www.horadevacinar.com.br, idealizado pelo Enfermeiro Leandro Spalato Torres (COREN-SP 574197-ENF), promove publicações sobre vacinação baseadas e norteadas em informações fornecidas por órgão oficial Municipal/Estadual e/ou Federal e Privados (SBIm), bem como por profissionais da área e jornalistas de confiança, com a finalidade de orientar com a informação correta e solucionar dúvidas na área da imunização e o combate a FAKE NEWS.

O IG @entendendoautismo aborda ainda sobre outros mitos:

"Várias situações já foram apresentadas no histórico do autismo, principalmente há 20, 30 anos atrás, mas sem evidências científicas, como:

❌ A influência da vacinacão/tiomersal - a associação do Tiomersal em algumas
vacinas era colocada como hipótese causadora do autismo, porém dentro das
evidências científicas isso está descartado;
❌ Glúten/Caseína – ainda seguem sem evidências científicas;
❌ Mães “Geladeiras”, que eram frias, depressivas ou que estavam negando o filho inconscientemente (também não há evidências científicas). Aliás, tal hipótese vem sendo descartada desde os anos 70;

❌ Metais pesados – especialmente o mercúrio (sem evidências);

❌ Venenos organofosforados utilizados na agricultura (sem evidências);

❌ Peptídeos intestinais - a possível ação dos chamados peptídeos intestinais - proteínas que passam por modificações pelos fungos que por ventura estão presentes no intestino do autista poderiam gerar peptídeos, que são partículas menores dessas proteínas, levando a um efeito inibitório das funções sociais e perceptivas de crianças com autismo (sem evidências).

Ainda existem algumas outras hipóteses que estão sendo averiguadas como a “Mãe Lúpica” (tem se visto uma maior incidência de crianças com autismo nesse grupo), mães que se tornaram obesas durante a gestação, mães que sofreram violência como abuso sexual ou psicológico de outras naturezas durante a gestação, alguns artigos têm apresentado uma incidência um pouco maior, não que isto seja uma relação de causa e efeito, mas é um dado que ainda está sendo estudado".

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