A imagem é chocante, mas como diz o ditado: "uma imagem vale mais do que mil palavras" e é imprescindível conscientizar as famílias sobre os riscos de não vacinar e que ja'está provado que as vacinas NÃO causam autismo. Como ensina o IG @roteirobabyespecial:

{Vacine Seu Filho} Esses dois meninos foram expostos à mesma fonte de varíola. A diferença é que um foi vacinado e o outro não.

O vírus da varíola era altamente contagioso, desfigurante e, muitas vezes, mortal. Além dos sintomas semelhantes aos da gripe, os pacientes também apresentavam feridas na pele que apareciam primeiro no rosto, nas mãos e depois nos braços e no tronco.

Foi graças à primeira vacina da humanidade elaborada por Edward Jenner (pai da imunologia), em 1801, que iniciou-se o fim desta doença, que matou muita gente no século XVIII. A varíola de ocorrência natural foi erradicada em todo o mundo apenas em 1977.

O movimento anti-vacina abala o sucesso obtido após anos de imunizações de gerações anteriores. E ganhou cada vez mais força nos últimos anos, por conta de um estudo desonesto, realizado em 1998 pelo ex-médico Andrew Wakefield, em ele sugeria que as vacinas ocasionavam autismo em crianças. Com isto, muitos pais pararam de imunizar seus filhos e surtos de outras epidemias como o sarampo ocorreram no Reino Unido.

Vale ressaltar que isso é mentira, as vacinas não ocasionam autismo, inclusive o médico perdeu seu registro e hoje não pode atuar mais na sua profissão de cirurgião.
Segundo a OMS, as vacinas salvam de 2 a 3 milhões de vidas por ano no mundo.

A Fotografia foi tirada em 1892, em Leicester, na Inglaterra.
FONTE: NEUROTOPIA NO FACEBOOK

 

VACINAS NÃO CAUSAM AUTISMO 

VACINAS NÃO CAUSAM AUTISMO

 

Passados 20 anos após a RETRATAÇÃO PÚBLICA da INFUNDADA TESE de que a VACINA MMR causasse AUTISMO, infelizmente o FALSO MITO ainda PERSISTE e muitos pais DEIXAM de VACINAR seus filhos, o que tem desencadeado o aumento da MORTALIDADE INFANTIL em virtude de sarampo e até mesmo da gripe!!!
Seguem trechos da matéria do site www.time.com, enviado pela nossa correspondente nos Estados Unidos:


“O mito vacina-autismo é um EXEMPLO ARREPIANTE de CIÊNCIA FRAUDULENTA. 
28 de fevereiro de 2018 marca o 20º aniversário de um ARTIGO INFAME publicado na prestigiosa revista médica The Lancet, na qual Andrew Wakefield, um ex-médico britânico, LIGOU FALSAMENTE a VACINA MMR (sarampo, caxumba e rubéola) ao AUTISMO. 
Os CO-AUTORES e o JORNAL se RETRATARAM (...) SURPREENDENTEMENTE, o MITO VACINA-AUTISMO ainda PERSISTE. (...)
O AUMENTO de QUATRO VEZES na Europa nos casos de SARAMPO e 35 ÓBITOS relacionados ao sarampo em 2017 - devido em grande parte às pessoas que NÃO SÃO VACINADAS - em virtude da infundada tese de Wakefield - que provoca recusas de vacinas e levam a casos debilitantes e FATAIS de SARAMPO.
Nos EUA, o sarampo foi declarado ELIMINADO em 2000. Desde 2000, no entanto, houve RESSURGIMENTO do sarampo, com mais de 2.216 CASOS relatados (...)
A relutância da vacina não se aplica apenas ao sarampo; A GRIPE MATA 100 a 300 crianças menores de 5 anos por ano, e até 85% delas NÃO FORAM VACINADAS quando MORRERAM”.

O site G1 da globo acrescenta que o Conselho Geral de Medicina (GMC) CANCELOU O REGISTRO DO MÉDICO britânico Andrew Wakefield, responsável pela AUTORIA do MITO, pois agiu de forma "desonesta", "enganosa" e "irresponsável”! De acordo com o site AUTISMSPEAKS.ORG, uma análise realizada pela University of Sydney, na Austrália, envolvendo mais de 1.2 milhões de crianças REAFIRMA que as vacinas não causam autismo e até PODEM DIMINUIR o RISCO de incidência!

DR. ALYSSON MUOTRY

 

Dr. Alysson Muotri, o mais renomado cientista no estudo da genética e sintomas do Autismo no Mundo, indica em seu Facebook o vídeo do YouTube Nerdologia (trechos no vídeo), que demonstra toda base científica neste sentido:

Questionei Dr. Muotry se as vacinas poderiam desencadear os sintomas nas crianças com predisposição genética. Ele respondeu que a vacina, e qualquer outro insulto ambiental, poderia DESENCADEAR sintoma nas crianças que tenham PREDISPOSIÇÃO genética é uma IDÉIA APENAS e que NÃO HÁ JUSTIFICATIVA NÃO VACINAR as crianças. Acrescentou que os AUTISTAS têm um SISTEMA IMUNE MAIS REATIVO e por isso podem apresentar reações a vacinas. Contou que seu FILHO Ivan, fica todo PIPOCADO na pele quando toma vacina e explica que essa reação alérgica NÃO o deixa MAIS ou MENOS AUTISTA e que a reação some com o tempo, mostrando apenas que o sistema imune dele reagiu de uma forma mais agressiva à vacina.

Dr. Gustavo Teixeira confirma esse entendimento. 

Dr. Gadia, da mesma forma, afirmou que este MITO não possui qualquer fundamento, conforme resumo da Palestra do especialista no I Seminário Rio TEAMA: Autismo Tem Tratamento:

No Programa Bem Estar da TV Globo, o psiquiatra Dr. Daniel Barros também abordou o tema:

No mesmo sentido é a publicação do IG @sindrome_de_asperger_autismo, conforme link abaixo:

NOTÍCIA UOL

 

O site da UOL divulgou em março/2019 que o maior estudo já feito sobre assunto conclui que vacina não causa autismo:

  • Dos 6.517 diagnósticos de transtorno do espectro do autismo (TEA), houve zero sinais de qualquer link entre a tríplice viral e o autismo;

  • Pesquisadores descobriram que das 5% das crianças do estudo que não tinham sido vacinadas, 17% tiveram mais chance de serem diagnosticados com TEA

Para acessar a matéria completa, clique no link abaixo:

NOTÍCIA ESTADÃO

 

No mesmo sentido a reportagem do Estadão:

O instagram @horadevacinar e site www.horadevacinar.com.br, idealizado pelo Enfermeiro Leandro Spalato Torres (COREN-SP 574197-ENF), promove publicações sobre vacinação baseadas e norteadas em informações fornecidas por órgão oficial Municipal/Estadual e/ou Federal e Privados (SBIm), bem como por profissionais da área e jornalistas de confiança, com a finalidade de orientar com a informação correta e solucionar dúvidas na área da imunização e o combate a FAKE NEWS.

O IG @entendendoautismo aborda ainda sobre outros mitos:

"Várias situações já foram apresentadas no histórico do autismo, principalmente há 20, 30 anos atrás, mas sem evidências científicas, como:

❌ A influência da vacinacão/tiomersal - a associação do Tiomersal em algumas
vacinas era colocada como hipótese causadora do autismo, porém dentro das
evidências científicas isso está descartado;
❌ Glúten/Caseína – ainda seguem sem evidências científicas;
❌ Mães “Geladeiras”, que eram frias, depressivas ou que estavam negando o filho inconscientemente (também não há evidências científicas). Aliás, tal hipótese vem sendo descartada desde os anos 70;

❌ Metais pesados – especialmente o mercúrio (sem evidências);

❌ Venenos organofosforados utilizados na agricultura (sem evidências);

❌ Peptídeos intestinais - a possível ação dos chamados peptídeos intestinais - proteínas que passam por modificações pelos fungos que por ventura estão presentes no intestino do autista poderiam gerar peptídeos, que são partículas menores dessas proteínas, levando a um efeito inibitório das funções sociais e perceptivas de crianças com autismo (sem evidências).

Ainda existem algumas outras hipóteses que estão sendo averiguadas como a “Mãe Lúpica” (tem se visto uma maior incidência de crianças com autismo nesse grupo), mães que se tornaram obesas durante a gestação, mães que sofreram violência como abuso sexual ou psicológico de outras naturezas durante a gestação, alguns artigos têm apresentado uma incidência um pouco maior, não que isto seja uma relação de causa e efeito, mas é um dado que ainda está sendo estudado".

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