ROTEIRO VISUAL

Como ele apresentou uma dificuldade de ficar na escola no horário do soninho, fiz um roteiro visual que ajudou bastante na época!

ROTEIROS VISUAIS PROJETO INTEGRAR

O site autismoprojetointegrar.com.br aprensenta diversos roteiros visuais para escola, conforme exemplos de Rotina e de Como Explicar as Aulas da semana. Para acessar outras imagens, clique no link logo abaixo:

DIÁRIO ESCOLAR 

Outra forma de melhorar a COMUNICAÇÃO entre a ESCOLA, a FAMÍLIA e TERAPEUTAS, é através de um Diário Escolar, onde o professor relata se a criança INTERAGIU, se PARTICIPOU DAS ATIVIDADES, se PRESTOU ATENÇÃO À PROFESSORA, etc.

Segue uma versão desenvolvida por @artbymakinsta (Vovó Marize) para escolas brasileiras, baseada no diário escolar do Bento enviado pela querida Catherine do IG @apontandoparaofuturo.autism, que residem nos Estados Unidos. 

DIÁRIO ESCOLAR 

Segue diário escolar do Bento enviado pela querida Catherine do IG @apontandoparaofuturo.autism, que residem nos Estados Unidos. 

PERFIL DO ALUNO

A dica é da mamãe Juli Lanser Meyer:

"É na escola que passamos boa parte do nosso tempo, socializamos e construímos muitas de nossas percepções e aprendizados para o futuro, além de ser uma das fases mais importantes da nossa vida.

Se uma família com crianças típicas muitas vezes enfrentam desafios, imaginem de uma criança atípica, com algum tipo de necessidade ou atenção especial, essa preocupação triplica.

Foi vivenciando essa dualidade (maternidade típica e atípica) dentro de casa que precisei adaptar o material do Rafael para escolinha (na época ele não falava) e montei um perfil dele, o qual muda de 6 em 6 meses, mantendo-se atualizado sempre…

Desde então, muitas  famílias me procuram e enviam mensagens pedindo como consegui que o Rafael fosse bem assistido, incluído e tivesse na escola todo suporte necessário. Vale lembrar que o Rafael tem professora de apoio e esse suporte faz muita diferença no dia a dia dele.

Ao montar o perfil do Rafael busquei filtrar, simplificar e evidenciar o máximo de informações práticas para o dia a dia dele com todos da escola.

Selecionei algumas dicas importantes para você conferir antes de escrever o perfil do seu filho:

1) Monte um perfil do seu filho, explique exatamente como é o autismo do seu filho, para que isso sirva de base para os professores e todo ambiente escolar conhecerem melhor ele… (acho que TODAS as crianças deveriam ter esse perfil na escola)

 

2) Por maior que seja a boa vontade dos professores, por mais que muitos estudem sobre autismo, somente poderão ajudar nosso filhos se eles conhecerem as particularidades e individualidades deste aluno, e nós pais podemos encurtar esse caminho descrevendo-os através das nossas vivências, observações e intervenções  facilitando a construção da relação professor x aluno.

3) O mais legal do Perfil é que nós pais colocamos nossas impressões e em cima dessas impressões os professores construíram a impressão deles. E acreditem, nossos filhos agem de uma forma conosco e de outra na escola, seja autista ou não, costumamos estar mais suscetíveis a essas mudanças de comportamento e pode ser um diferencial neste processo de autoconhecimento para autodesenvolvimento.

4) A parceria e confiança entre pais, escola e professores são fundamentais , sendo um dos grandes segredos para  construir uma relação harmônica, saudável e inclusiva para todos…

5) Acredite no potencial do seu filho e esteja aberto para mudanças, lembrando que ele tudo sente, percebe e ouve… Na maioria das vezes há mais barulho no silêncio do que imaginamos e compreensão no que ele demonstra, saiba diferencia-los.

Lembrando que estamos constantemente aprendendo e ninguém sabe TUDO, portanto flexibilidade e respeito são duas das ferramentas fundamentais para qualquer boa relação…"

Para acessar o link e fazer o DOWNLOAD, clique aqui:

MATERIAL ADAPTADO 

No IG @anitabritooficial, Anita mostra uma prova adpatada e explica: 


"Esse é um exemplo de material adaptado que a Professora Leila, de #Biologia, fez para o Nicolas. Além de adaptar a matéria para algo que ele ama, que é o #mariobros , ela explorou as possibilidades que o ajudariam a aprender.

 

As aulas foram dadas em sala para todos, sempre chamando a atenção do Nicolas para o conteúdo.

 

Lembrando que é um aluno com #autismo , #TDA e #ansiedade.

 

O aluno tem extrema dificuldade em interpretação de qualquer tipo de texto, então, alguns professores procuravam qual a melhor forma de fazê-lo compreender o mais importante daquela matéria.

 

Nesse caso, a #professora deu, além da parte escrita toda adaptada, a chance de ele explicar melhor o que sabia de forma oral. Ela o chamou na mesa e pediu para ele explorar mais o assunto. Assim, ele mostrou que havia compreendido o necessário para essa matéria. E assim foi durante toda sua jornada na escola.

 

Os professores engajados fizeram de tudo para explorar o que ele tem de melhor, pois já sabiam suas deficiências. E trabalhar com educação é isso: Conheço as deficiências do meu aluno. Agora, preciso conhecer suas habilidades e explorá-las! 


Obrigada, Professora Leila ♥️
Você é parte da mudança do mundo 😍"

PEI - PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO

 

No site carlaulliane.com, a profissional explica a importância do PEI

O que é  Plano Educacional Individualizado (PEI)?

O PEI é considerado uma ferramenta para otimizar o processo de ensino-aprendizagem de alunos com deficiência, ele é um recurso pedagógico com foco individualizado no aluno. É importante destacar que essa ferramenta é construída de forma colaborativa juntamente com a professora da sala regular, sala de recursos, a coordenadora pedagógica, os pais e os profissionais que acompanham a criança se a escola e a família julgarem necessário. A presença do aluno é viável caso ele possa opinar sobre si e seu processo de aprendizagem.

Segundo autores como Pletsch e Glat existem 3 níveis para a elaboração do PEI.

No nível I o professor necessita observar quais são as necessidades educacionais do aluno;

no nível II são avaliadas as áreas de conhecimento em que o aluno apresenta mais facilidade e dificuldade para proporcionar as adequações físicas e curriculares necessárias; e por fim,

no nível III  ocorre a intervenção propriamente dita, levando em consideração os objetivos elaborados no PEI, como também a reavaliação do aluno.

Como o PEI se torna um recurso de acesso ao Currículo Regular?

Os autores Gleckel e Koretz afirmam ser necessário responder a quatro questões básicas:

O que ensinar?

É necessário elencar prioridades, ou seja, buscar os conteúdos e habilidades no currículo geral que são mais importantes para a criança. Isto é possível analisando quais as necessidades pedagógicas do aluno naquele momento.

Como ensinar?

Proporcionar formas de instrução mais acessíveis ao aluno, de modo que o professor passe o conteúdo de maneira clara e objetiva. Além de buscar quais estratégias, métodos e materiais devem ser utilizados para melhor compreensão do aluno, com o objetivo de ajudá-lo a construir habilidades que ainda não foram aprendidas.

 

Em que condições?

É importante reorganizar o contexto físico do ambiente para melhor participação do aluno. Promover atividades para serem realizadas em grupo ou isoladamente, aumentar o tempo de realização e adequar o espaço físico e a forma de instrução para otimizar o aprendizado da criança.

Por que ensinar?

Para ensinar um aluno com deficiência é preciso abrir mão do imediatismo e compreender que os resultados aparecem, porém de forma mais lenta e sutil. É imprescindível que o planejamento e as estratégias sejam elaborados de forma colaborativa de modo a alcançar os objetivos propostos pela escola, família e profissionais". 

CARTILHA PEI INSTITUTO PENSI

Veja a cartilha do Instituto Pensi para elaborar o PEI.

Sumário, Processo e Dicas Práticas

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COMO FAZER O PEI

Segue link da profissional de como fazer o Plano Educacional Individualizado.

Segue também vídeo indicado pela mesma da forma como implementar a educação inclusiva.

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Como ensina o IG @institutofarol:

"Para uma educação inclusiva é imprescindível manter a motivação e diminuir as frustrações do aluno com autismo no ambiente escolar.

 

Muitos alunos com autismo se sentem frustrados e desmotivados por não conseguirem realizar determinadas tarefas assim como seus pares. Isso ocorre porque as atividades, em sua maioria, não são adaptadas ao seu nível de desenvolvimento.

 

Dessa forma, é papel da escola, juntamente com a família e com a equipe multidisciplinar que atende a criança, desenvolver um PDI (Plano de Desenvolvimento Individual) do aluno, garantido pela Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13146/2015) e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9394/1996).

 

O PDI é um instrumento para adaptar o currículo da escola regular. Deve-se analisar, em equipe, quais são as habilidades adquiridas e quais ainda estão prejudicadas.

 

Elaborar um plano de ensino de acordo com as necessidades da criança permite comparar seu desenvolvimento de forma ideográfica, ou seja, comparar o desenvolvimento do aluno com ele mesmo. 

 

Manter a motivação também é essencial para que o prazer esteja presente nas próprias atividades escolares, não em reforçadores externos.

 

Um exemplo é apenas permitir que a criança brinque no parquinho caso ela termine a atividade. O ideal é que a criança encare as atividades como algo divertido por si só, evitando procedimentos punitivos do ponto de vista da análise do comportamento. Assim, a criança se mantém mais engajada nas atividades, aumentando as oportunidades de aprendizado, as áreas do desenvolvimento trabalhadas e o tempo de permanência nas atividades.

 

Uma dica para manter a motivação é levar para algumas atividades elementos que a criança goste, se a atividade é de aprender a contar, não precisamos necessariamente contar bolinhas, mas podemos contar foguetes, caso este seja um desenho favorito da criança. Isso facilitará seu interesse e consequentemente fará com que ela aprenda com maior facilidade e qualidade".

ABA NA ESCOLA

Dicas do canal do Youtube Lagarta Vira Pupa.

ESCOLAS E INCLUSÃO

Dicas do canal do Youtube Lagarta Vira Pupa.

ABA NA ESCOLA

Dicas do canal do Youtube Lagarta Vira Pupa.

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O QUE É ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)?

 

Segue explicação do site www.aliberdadeehazul.com:

 

"17/10/2017

A Constituição Federal de 1988 no art. 208, inciso III, dispôs que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.

O Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), em seu art. 54, inciso III, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), em seu art. 4.º, inciso III, reproduzem o dispositivo nos mesmos termos que a Constituição.

Ocorre, porém, que nem a Constituição Federal, nem o ECA ou a LDB conceituam o que é atendimento educacional especializado (AEE).

Durante muito tempo AEE foi tratado como sinônimo de “escola especial”, porém atualmente o conceito de atendimento educacional especializado vem expresso no Decreto 7611/11 como os serviços de apoio especializado voltado a eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação (art. 2.º, caput). Estes serviços são um conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucional e continuamente e que são prestados de 2 formas (art. 2.º, parágrafo 1.º):

1) forma complementar à formação dos estudantes com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento (como autismo) como apoio limitado no tempo e na frequência dos estudantes às salas de recursos multifuncionais;e 

2) forma suplementar para as altas habilidades e superdotação.

E o que significa isto? Significa que o AEE é complementar e não será prestado de forma substituída, ou seja, não deve substituir a frequência na classe comum da escola regular.

Assim, se lermos novamente o art. 208, inc. III, da Constituição Federal, em conjunto com o disposto no Decreto 7611/11, teríamos o seguinte: o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de serviços de apoio em salas de recursos multifuncionais aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.

Isto significa que, de acordo com esta regulamentação, as salas de recursos multifuncionais devem estar na rede regular de ensino, preferencialmente, porém podem excepcionalmente estar numa escola especial, que podem se configurar em um Centro de AEE.

O que em outras palavras significa: a criança/ o adolescente com deficiência, conforme nossa legislação, deve estar matriculada/o na classe comum da escola regular, frequentando, no contraturno, o AEE em sala de recursos multifuncionais na escola regular

Mas há uma questão jurídica importante: será que era este o conceito do legislador constituinte lá em 1988? Considerando as mudanças legislativas, um Decreto pode conceituar um termo trazido pela Constituição Federal? A questão é complexa e será assunto de um novo post.

Obs: o termo “portadores de deficiência” foi usado neste post reproduzindo apenas o texto a Constituição de 1988, mas o termo atual é “pessoas com deficiência”"

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