MATERIAL ADAPTADO 

No IG @anitabritooficial, Anita mostra uma prova adpatada e explica: 


"Esse é um exemplo de material adaptado que a Professora Leila, de #Biologia, fez para o Nicolas. Além de adaptar a matéria para algo que ele ama, que é o #mariobros , ela explorou as possibilidades que o ajudariam a aprender.

 

As aulas foram dadas em sala para todos, sempre chamando a atenção do Nicolas para o conteúdo.

 

Lembrando que é um aluno com #autismo , #TDA e #ansiedade.

 

O aluno tem extrema dificuldade em interpretação de qualquer tipo de texto, então, alguns professores procuravam qual a melhor forma de fazê-lo compreender o mais importante daquela matéria.

 

Nesse caso, a #professora deu, além da parte escrita toda adaptada, a chance de ele explicar melhor o que sabia de forma oral. Ela o chamou na mesa e pediu para ele explorar mais o assunto. Assim, ele mostrou que havia compreendido o necessário para essa matéria. E assim foi durante toda sua jornada na escola.

 

Os professores engajados fizeram de tudo para explorar o que ele tem de melhor, pois já sabiam suas deficiências. E trabalhar com educação é isso: Conheço as deficiências do meu aluno. Agora, preciso conhecer suas habilidades e explorá-las! 


Obrigada, Professora Leila ♥️
Você é parte da mudança do mundo 😍"

PEI - PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO

 

No site carlaulliane.com, a profissional explica a importância do PEI

O que é  Plano Educacional Individualizado (PEI)?

O PEI é considerado uma ferramenta para otimizar o processo de ensino-aprendizagem de alunos com deficiência, ele é um recurso pedagógico com foco individualizado no aluno. É importante destacar que essa ferramenta é construída de forma colaborativa juntamente com a professora da sala regular, sala de recursos, a coordenadora pedagógica, os pais e os profissionais que acompanham a criança se a escola e a família julgarem necessário. A presença do aluno é viável caso ele possa opinar sobre si e seu processo de aprendizagem.

Segundo autores como Pletsch e Glat existem 3 níveis para a elaboração do PEI.

No nível I o professor necessita observar quais são as necessidades educacionais do aluno;

no nível II são avaliadas as áreas de conhecimento em que o aluno apresenta mais facilidade e dificuldade para proporcionar as adequações físicas e curriculares necessárias; e por fim,

no nível III  ocorre a intervenção propriamente dita, levando em consideração os objetivos elaborados no PEI, como também a reavaliação do aluno.

Como o PEI se torna um recurso de acesso ao Currículo Regular?

Os autores Gleckel e Koretz afirmam ser necessário responder a quatro questões básicas:

O que ensinar?

É necessário elencar prioridades, ou seja, buscar os conteúdos e habilidades no currículo geral que são mais importantes para a criança. Isto é possível analisando quais as necessidades pedagógicas do aluno naquele momento.

Como ensinar?

Proporcionar formas de instrução mais acessíveis ao aluno, de modo que o professor passe o conteúdo de maneira clara e objetiva. Além de buscar quais estratégias, métodos e materiais devem ser utilizados para melhor compreensão do aluno, com o objetivo de ajudá-lo a construir habilidades que ainda não foram aprendidas.

 

Em que condições?

É importante reorganizar o contexto físico do ambiente para melhor participação do aluno. Promover atividades para serem realizadas em grupo ou isoladamente, aumentar o tempo de realização e adequar o espaço físico e a forma de instrução para otimizar o aprendizado da criança.

Por que ensinar?

Para ensinar um aluno com deficiência é preciso abrir mão do imediatismo e compreender que os resultados aparecem, porém de forma mais lenta e sutil. É imprescindível que o planejamento e as estratégias sejam elaborados de forma colaborativa de modo a alcançar os objetivos propostos pela escola, família e profissionais". 

CARTILHA PEI INSTITUTO PENSI

Veja a cartilha do Instituto Pensi para elaborar o PEI.

Sumário, Processo e Dicas Práticas

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COMO FAZER O PEI

Segue link da profissional de como fazer o Plano Educacional Individualizado.

Segue também vídeo indicado pela mesma da forma como implementar a educação inclusiva.

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PEI

Cláudia Zirbes

ADAPTAÇÕES NA ESCOLA - Toda criança com Autismo tem Direito a adaptações na escola, inclusive acompanhante terapêutico quando necessário (para saber mais, acesse www.autismolegal.com.br

 

Como explica Cláudia Zirbes em entrevista exclusiva para Comunidade Pró-Autismo (link abaixo):

 

“Todo aluno da inclusão (...) deve ter um PEI - Plano Educacional Individualizado.

 

O PEI é uma ferramenta de planejamento, onde é expresso através de um documento todas as adaptações curriculares que vão nortear o que esse aluno com necessidades educacionais específicas precisa ao longo do ano letivo”. 

 

Seguem abaixo 15 dicas de adaptação na escola do site psicologiasdobrasil.com.br @psicologiasdobrasil para crianças com Autismo. Converse sobre elas com o professor de seu filho.
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PEI

Dra. Maria Cláudia Brito

Dra. Maria Cláudia Brito @dramariaclaudiabrito ensina como elaborar o PEI - Plano Educacional Individualizado do aluno.
 

E-BOOK PEI

Érica Rêgo - Neuropedagoga.

Segue link do e-book sobre PEI.

CURSO PEI

Curso Online

ATENÇÃO: Desconheço sobre a qualidade do curso e não ganho nada para indicar:

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AVALIAÇÃO REPERTÓRIO

Como ensina o Professor Lucelmo Lacerda no IG @lucelmo.lacerda:

 

"A Avaliação de Repertório 📊é um elemento essencial na criação de um Programa de Ensino Individualizado (PEI)📝. Dentre outras ferramentas, na Steps utilizamos:

1️⃣Sundberg (2014): ❗️VB-MAPP
Baseado no livro Comportamento Verbal de Skinner (1957), avalia em três níveis (0-48 meses) 170 marcos do desenvolvimento (incluindo mando, tato, intraverbal, ecóico, imitação motora, pareamento, brincar, habilidades sociais, de grupo, leitura, matemática, etc.), 24 barreiras de aprendizagem, avaliação de transição, e análise de tarefa. Também inclui como desenvolver um PEI.

2️⃣Partington (2006): ❗️ABLLS-R
Fornece uma revisão de 544 habilidades de 25 áreas incluindo linguagem, interação social, e auto-cuidado com tarefas organizadas da mais simples para as mais complexas. Linguagem expressiva também é baseada em Skinner (1957) e permite pais e profissionais identificar obstáculos que impedem as crianças de adquirirem novas habilidades.

3️⃣Dixon (2014): The ❗️PEAK relational training system
É um guia de avaliação e currículo para o ensino a partir da RFT - Relational Frame Theory (Teoria das Molduras Relacionais). Em quatro módulos (Treino Direto, Generalização, Equivalência e Transformação), inclui treinamento pré-requisito para equivalência e aprendizado relacional que permite respostas derivadas e a aprendizagem através de relações entre estímulos sem necessidade de ser ensinadas diretamente. Um amplo repertório de aprendizagem de significado através de relações entre estímulos, que são responsáveis por nossa capacidade de entender e usar linguagem abstrata.

Você pode encontrar mais informações sobre:

4️⃣Ellis (2015): ❗️Socially Savvy

5️⃣McKinnon & Krempa (2002): ❗️Social Skills Solutions"

 

Como ensina o IG @institutofarol:

"Para uma educação inclusiva é imprescindível manter a motivação e diminuir as frustrações do aluno com autismo no ambiente escolar.

 

Muitos alunos com autismo se sentem frustrados e desmotivados por não conseguirem realizar determinadas tarefas assim como seus pares. Isso ocorre porque as atividades, em sua maioria, não são adaptadas ao seu nível de desenvolvimento.

 

Dessa forma, é papel da escola, juntamente com a família e com a equipe multidisciplinar que atende a criança, desenvolver um PDI (Plano de Desenvolvimento Individual) do aluno, garantido pela Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13146/2015) e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9394/1996).

 

O PDI é um instrumento para adaptar o currículo da escola regular. Deve-se analisar, em equipe, quais são as habilidades adquiridas e quais ainda estão prejudicadas.

 

Elaborar um plano de ensino de acordo com as necessidades da criança permite comparar seu desenvolvimento de forma ideográfica, ou seja, comparar o desenvolvimento do aluno com ele mesmo. 

 

Manter a motivação também é essencial para que o prazer esteja presente nas próprias atividades escolares, não em reforçadores externos.

 

Um exemplo é apenas permitir que a criança brinque no parquinho caso ela termine a atividade. O ideal é que a criança encare as atividades como algo divertido por si só, evitando procedimentos punitivos do ponto de vista da análise do comportamento. Assim, a criança se mantém mais engajada nas atividades, aumentando as oportunidades de aprendizado, as áreas do desenvolvimento trabalhadas e o tempo de permanência nas atividades.

 

Uma dica para manter a motivação é levar para algumas atividades elementos que a criança goste, se a atividade é de aprender a contar, não precisamos necessariamente contar bolinhas, mas podemos contar foguetes, caso este seja um desenho favorito da criança. Isso facilitará seu interesse e consequentemente fará com que ela aprenda com maior facilidade e qualidade".

ABA NA ESCOLA

Dicas do canal do Youtube Lagarta Vira Pupa.

ESCOLAS E INCLUSÃO

Dicas do canal do Youtube Lagarta Vira Pupa.

ABA NA ESCOLA

Dicas do canal do Youtube Lagarta Vira Pupa.

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O QUE É ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)?

 

Segue explicação do site www.aliberdadeehazul.com:

 

"17/10/2017

A Constituição Federal de 1988 no art. 208, inciso III, dispôs que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.

O Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), em seu art. 54, inciso III, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), em seu art. 4.º, inciso III, reproduzem o dispositivo nos mesmos termos que a Constituição.

Ocorre, porém, que nem a Constituição Federal, nem o ECA ou a LDB conceituam o que é atendimento educacional especializado (AEE).

Durante muito tempo AEE foi tratado como sinônimo de “escola especial”, porém atualmente o conceito de atendimento educacional especializado vem expresso no Decreto 7611/11 como os serviços de apoio especializado voltado a eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação (art. 2.º, caput). Estes serviços são um conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucional e continuamente e que são prestados de 2 formas (art. 2.º, parágrafo 1.º):

1) forma complementar à formação dos estudantes com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento (como autismo) como apoio limitado no tempo e na frequência dos estudantes às salas de recursos multifuncionais;e 

2) forma suplementar para as altas habilidades e superdotação.

E o que significa isto? Significa que o AEE é complementar e não será prestado de forma substituída, ou seja, não deve substituir a frequência na classe comum da escola regular.

Assim, se lermos novamente o art. 208, inc. III, da Constituição Federal, em conjunto com o disposto no Decreto 7611/11, teríamos o seguinte: o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de serviços de apoio em salas de recursos multifuncionais aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.

Isto significa que, de acordo com esta regulamentação, as salas de recursos multifuncionais devem estar na rede regular de ensino, preferencialmente, porém podem excepcionalmente estar numa escola especial, que podem se configurar em um Centro de AEE.

O que em outras palavras significa: a criança/ o adolescente com deficiência, conforme nossa legislação, deve estar matriculada/o na classe comum da escola regular, frequentando, no contraturno, o AEE em sala de recursos multifuncionais na escola regular

Mas há uma questão jurídica importante: será que era este o conceito do legislador constituinte lá em 1988? Considerando as mudanças legislativas, um Decreto pode conceituar um termo trazido pela Constituição Federal? A questão é complexa e será assunto de um novo post.

Obs: o termo “portadores de deficiência” foi usado neste post reproduzindo apenas o texto a Constituição de 1988, mas o termo atual é “pessoas com deficiência”"

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