DICAS INCLUSÃO

OBRAS INDICADAS (sugestão de leitura):

No livro SOS Autismo, nossa mestre @mayragaiato dá algumas dicas para PROFESSORES ajudarem seus ALUNOS com AUTISMO na ESCOLA, como:
* usar materiais do interesse da criança para ensinar,
* Adaptar os materiais, deixando claro o objetivo central da atividade,
* Sente a criança perto de você,
* Peça para ser seu ajudante,
* Reforce cada pequena produção,
* Dê regras claras,
* Use recursos visuais,
* Retome a tarefa algum tempo depois,
* Use reforçadores,
* Faça rotina da aula do dia com imagens.


O livro possui uma linguagem simples, clara e didática. É LEITURA OBRIGATÓRIA para todos os profissionais que trabalhem com crianças, como professores, médicos e terapeutas, assim como todos os pais que tenham filhos com Autismo.

DICAS MAYRA GAIATO PARA A ESCOLA

AUTISMO NA ESCOLA

Eu e a Mayra contamos o que fizemos na escola para estimular o Matheus.

DICAS PARA PROFESSORES

Mayra relata sobre a importância do QUADRO DE ROTINA e o uso de dicas VISUAIS, usando sempre os INTERESSES da criança, dar AJUDA FÍSICA sempre que necessário para cumprir os objetivos, ELOGIANDO SEMPRE! Importante também o envolvimento de EQUIPE MULTIDISCIPLINAR!

COMO AUMENTAR A ATENCAO NA SALA DE AULA

Como o processamento sensorial pode afetar a atenção em sala de aula.

COMO ESCOLHER A ESCOLA

Mayra dá dicas de como escolher a escola.

COMO AJUDAR OS FILHOS A AJUDAR

Mayra ressalta como podemos ensinar nossos filhos, ensinado a importância de estudar, valorizando, participando e dando atenção nesse sentido.

MATEMÁTICA PARA CRIANÇAS

Mayra ensina como podemos ensinar matemática para as crianças.

INCLUSÃO NA ESCOLA: PASSO-A-PASSO

Neuropediatra Dr Clay Brites, do canal do Youtube Entendendo Autismo dá um passo a passo dos princípios de inclusão para os estudantes com TEA (Autista).

AUTISMO E BULLYING

Mayra Gaiato explica que devemos ensinar as crianças a se colocarem no lugar das outras, fazendo teatrinho e trocando de papéis, mostrando que gera raiva e frustração. Para quem sofre bullying é importante o monitoramento na escola, tente ficar o mais próximo possível, chamando os amigos para vir na sua casa. Além disso, explica que nem sempre ligam, nem tampouco percebem que estão sendo caçoadas.  

ESTERIOTIPIAS E BIRRAS NA ESCOLA

Mayra Gaiato aborda sobre Esteriotipias e Birras na Escola. 

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ESCOLA

No Livro Mundo Singular, a autora Mayra Gaiato dedica todo um capítulo para a escola. Para baixar gratuitamente, clique no link de livros abaixo.

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ABA NA ESCOLA

Dicas do canal do Youtube Lagarta Vira Pupa.

ESCOLAS E INCLUSÃO

Dicas do canal do Youtube Lagarta Vira Pupa.

ABA NA ESCOLA

Dicas do canal do Youtube Lagarta Vira Pupa.

AUTISMO NA ESCOLA

Dicas do canal do Youtube Maria Cláudia Brito. Para mais dicas, acesse seu canal.

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DICAS ALFABETIZAÇÃO E MATEMÁTICA

Para dicas de Alfabetização e Matemática para crianças com Autismo, clique no link de nosso site abaixo:

Veja o Link do site

HORA DO INTERVALO

Muitos alunos com autismo lutam para BRINCAR com seus pares em SITUAÇÕES NÃO ESTRUTURADAS ou para desenvolver AMIZADES. 

Embora os professores muitas vezes sejam simpáticos a esses desafios, eles geralmente não sabem como lidar!

 

O site www.spectrumnews.org dá dicas de como estimular a INTERAÇÃO e SOCIALIZAÇÃO na ESCOLA, em especial na hora do INTERVALO, que é o período mais desafiador para crianças com Autismo.  Segue um resumo das dicas...

Estratégias para Apoiar Estudantes com Autismo

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ESCOLA REGULAR OU ESPECIAL?

No site www.lagartavirapupa.com.br, a mãe de criança com autismo questiona que, apesar de ser direito do autista à inclusão em escola regular, em alguns casos vale questionar se em alguns casos a escola especial não seria mais recomendada. Segue o link da matéria.

PREPARANDO-SE PARA A ESCOLA

Segue link da Cartilha elaborada pelo Instituto Pensi para preparação para a escola.

CARTILHA ANTI-BULLYING

Segue link da Cartilha elaborada para Professores saberem lidar com o bullying pelo site lunetas.com.br

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Dra. Deborah Kerches dá algumas dicas para os professores em sala de aula:

"1- Estar atentos e falar sobre os interesses dos alunos com autismo é uma maneira de obter vínculo, além de possibilitar variação para novos aprendizados.


2- Evitar usar frases com sentido figurado, duplo sentido, metáforas, pois eles podem não compreender ou compreender de maneira literal, o que poderá confundí-los.


3- Usar frases curtas e diretas.


4- Ensinar com exemplos concretos, abstrair costuma ser difícil para pessoas com autismo.


5- Usar pistas visuais e quadros de rotina, quando necessário; pessoas com autismo apresentam maior facilidade em aprender através de pistas visuais.


6- Flexibilizar o tempo para que processem as informações.


7- Evitar distratores, colocar a criança ou adolescente próximo ao professor, na primeira fileira.


8- Elogiar os esforços e reforçar comportamentos adequados.


9- Cuidado para não reforçar comportamentos inapropriados e lembrar que comportamento é comunicação!


10- Adaptar o ambiente de acordo com alterações sensoriais e deixá-lo seguro.


11- Conversar sobre regras e limites de maneira clara.


12- Cuidado com sinais sociais que podem ser difíceis de serem compreendidos por alunos com autismo.


13- Estimular a socialização e inclusão.


14- Dialogar periodicamente com a equipe multiprofissional que o(os) acompanha para que possam traçar um Plano Educacional Individualizado e readequá-lo , quando necessário.


15- Respeitar sempre!


16- Crianças, adolescentes e adultos com autismo podem aprender! Se não estão aprendendo é porque não estão sendo ensinados da maneira adequada às suas particularidades e necessidades".

Seguem dicas do IG @autismoeeducacao:

"Ouço muitas professoras relatarem “eu tenho uma criança na sala de aula que tem necessidade de se movimentar e eu não sei o que fazer”. Primeiro gostaria de destacar o sistema vestibular, que está relacionado ao movimento e é importantíssimo.

 

Eu tenho várias crianças que estão fazendo atividade estruturada, vão e voltam. Essa necessidade de movimento existe. Claro que, um corpo em movimento o tempo inteiro, irá impactar no aprendizado. Esse movimento cabe dentro do atual modelo de sala de aula onde existem cadeiras, livros, cadernos, professor, etc? Não. Logo, acredito que a própria estrutura da escola precisa ser repensada.

 

Um exemplo que poderia facilitar a participação dessa criança nesse momento é a cadeira de pilates, que, como não encontramos no Brasil, usamos um pneu com uma bola bobath. 

  • A organização do ambiente é uma questão que merece importante destaque! Na perspectiva walloniana, o meio é o espaço de atuação da criança, sobre o qual ela aplica as condutas de que dispõe, ao mesmo tempo em que retira os recursos para suas ações. A cada idade o meio é diferente. Diante disto, há uma necessidade de se planejar a estruturação do ambiente. “Se for estruturado adequadamente, pode desempenhar um decisivo papel na promoção do desenvolvimento infantil” (GALVÃO, 2012, p. 101). Greenspan (2000, p. 16) também disserta sobre a importância de um ambiente que favoreça o desenvolvimento, segundo o autor “modificar o ambiente da criança ajustando os estilos de criação pode influenciar os resultados significativamente”. A partir disto, vamos nos colocar um pouco no lugar das nossas crianças, não é difícil perceber que: não tem como a estrutura física não acomodar o meu corpo e eu querer aprender! 
    Quando pensamos em uma Educação Inclusiva, pensamos na reabilitação, vemos que muita coisa precisa ser revista. Não existe uma receita. “O que eu faço para tal criança?”, não tem receita. O que é que falta? Informação sobre sistemas sensoriais e motor.
     

  • Um exemplo muito comum é o da criança andando na ponta dos pés, ansiosa, sem fazer natação para acomodar o sistema proprioceptivo, mas inserida em uma rotina de cadeira, cadeira, cadeira, cadeira... é cadeira na escola, é cadeira na fonoaudióloga, é cadeira na psicóloga, é cadeira... Percebe-se que essa mesma criança senta em W, demonstrando baixa tonicidade muscular. Se vemos que a criança senta com essa postura, demonstrando tônus baixo, precisamos pensar em como melhorar a qualidade de sua atenção! Eu posso aumentar a concentração da minha criança se eu der tônus, der consciência muscular, consciência corporal. Mas como isso pode ser feito? Com a natação, por exemplo, com exercício físico. É importante entender o perfil da criança, pois só ele vai dar condições de realizar um bom trabalho!
     

Segue matéria do site entendendoautismo.com.br sobre o papel da escola na criança com autismo:

 

PAIS E ESCOLA NA INCLUSÃO DO AUTISMO: UMA UNIÃO POSSÍVEL?

 

 

Falaremos hoje de um tema muito importante para a vida de crianças e adolescentes com TEA. As evidências científicas, na condução de indivíduos com autismo, orientam duas coisas muito importantes:

  1. Nenhum método de intervenção em autismo é eficaz se não tiver plena participação contínua dos pais, das escolas e das equipes que lidam com essas pessoas.

  2. As intervenções para crianças com autismo devem ser sempre voltadas de forma individualizada. Por exemplo, se houver o estabelecimento de um currículo em uma escola, o estudante autista deve estar no centro desse conjunto de métodos que visam a uma educação satisfatória e que contribua com a intervenção do pequeno.

Um estudo publicado na revista científica ‘Fronteiras’ mostra que as abordagens que contavam com a participação dos pais e da escola são completamente eficazes no desenvolvimento do aluno autista.

É importante dizer que para tudo isso acontecer, pais e escolas devem andar sempre juntos no mesmo caminho.

 

Adaptação escolar

O primeiro ponto para uma experiência escolar proveitosa ao aluno autista é a adaptação escolar. Levar uma criança ou adolescente com autismo para a escola não é fácil. Esse local é onde o aluno em questão lidará com situações que ela não encontra em casa (problemas de linguagem, fobias, submeter-se a algumas regras, etc.), como algumas hipersensibilidades, contato com outros vários colegas, etc.

O papel da família na adaptação

Quem pode ajudá-los nesses desafios são os pais. A presença da família é imprescindível. Além disso, as escolas que abrem essa possibilidade contam muito para o desenvolvimento das crianças.

Processo de adaptação

O processo de adaptação pede que os pais estudem profundamente os problemas que afetam as crianças, como os comportamentos mais difíceis, os maiores déficits de desenvolvimentos; quais as restrições que a escola tem com o autista, entre outros.

Outro ponto importante é levar a criança aos poucos para que ela possa se ambientar com o local. Observe a reação de seu filho, tente perceber o que ele não gosta.

Professor de apoio

Percebemos que várias escolas se negam em contar com o professor de apoio especializado. Isso é um problema, pois os alunos precisam dessa presença. Esse profissional tem total conhecimento acerca das necessidades pedagógicas do aluno autista. É importante que as instituições de ensino contratem esses educadores, que são de extrema importância.

 

Material adaptado

O material adaptado depende de cada criança, ou seja, do que ela já sabe; e a partir das dificuldades que ela tem, o professor deve trabalhar esses pontos e estabelecer algumas metas que visem ao aprendizado do aluno.

É sempre importante lembrar o professor de apoio faz parte de uma equipe variada que cuidará da criança, que conta também outros profissionais como fonoaudiólogos, psicomotricistas, entre outros.

 

Suporte das equipes multidisciplinares

Isso é muito importante, pois as intervenções estruturadas feitas dentro do ambiente do consultório, assim como aquelas realizadas dentro da escola e do seio familiar, proporcionam uma intervenção muito eficaz à criança. É imprescindível que a escola saiba o que está sendo feito para, até mesmo, avaliar o que pode melhorar para o pequeno.

A escola precisa saber ouvir a família e fazer algumas readequações estruturais como forma de integrar a criança e o adolescente ao ambiente. A conduta médica exerce um papel interessante, porque o profissional deve ter a consciência de que a família e a escola devem andar juntas.

A orientação básica de adaptação e abordagem escolar em crianças com autismo exige o trabalho interdisciplinar: o apoio da família, escolas e outros profissionais.

Como ensina Fátima de Kwant:

 

"Você, professora de coração, professora por vocação, sabe que toda criança tem o direito de aprender.


Só que o tempo passa e o seu aluno autista não aprende tão rápido quanto ou outros, ou demonstra um comportamento bem diferente (agitado, desconcentrado, medroso, agressivo, isolado) dos outros e você se pergunta como vai solucionar o problema.


Professora, você não pode solucionar, mas você pode ajudar. Leia sobre o autismo, participe de seminários ou cursos de autismo para professores. Seja como for, observe seu aluno autista e tente perceber quando ele fica “mais diferente” de todos. O que acontece ANTES dele apresentar o comportamento estranho? Veja se tem muito barulho na sala, se tem muitas crianças agitadas, falando alto ao mesmo tempo, se os estímulos estão atrapalhando a sua concentração. Você ouviu falar que a socialização é importante, mas acredite que, às vezes, vai ser bom seu aluno autista ficar só, na hora do recreio, para se auto-regular (fazer suas estereotipias, praticar seu hiperfoco, relaxar do seu jeito). Não o obrigue a nada que desencadeie uma crise. Você vai ter tempo suficiente para convencê-lo a fazer o que você quer.


Professora, você é criativa por profissão, mas tente ainda alguma coisa que você nunca tentou, porque o autismo é diferente de tudo o que você já viu. 


Mesmo os alunos autistas mais velhos, e os que aprendem facilmente podem precisar de um tratamento diferenciado. Sim, aquela aluna autista querida, com o q.i. acima da média, também pode ter dificuldades. O simples fato de fazer algumas provas na mesma semana pode deixá-la intensamente ansiosa. Uma ansiedade que nem sempre aparece na escola, mas em casa: insônia, falta de apetite, irritação, nervosismo, dores na barriga. Essas podem ser reações dela ao desempenho esperado pela escola.

 

Professora, sei que nós, pais e mães dos autistas, podemos ser muito chatos e exigentes. Mas lembre-se que estamos cansados. O que é óbvio para nós, pode não ser para você. Tenha paciência conosco, também. Afinal, quem vai pra casa com aquela criança impossível que passou 4 horas com você, somos nós. Professora, o aluno autista pode aprender. Você só precisa descobrir o jeito de lhe ensinar".

Como ensina o IG @autismoeeducacao:

 

"Antes de me ensinar a escrever...
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(Para todos pedagogos/as, professores/as, mediadores e psicopedagogos/as de crianças com autismo)
.
Mesmo que eu já esteja em uma idade para ser alfabetizado e que meus pais estejam cobrando isso, é fundamental que eu esteja calmo e atento ao mundo antes de aprender qualquer coisa. Se eu já consigo fazer isso e nós já construímos um vínculo afetivo: ótimo! Então, repare primeiro no meu olhar.


Se eu ainda não consigo dividir minha atenção com você, que tal se a gente começar por aí antes que eu pegue em um lápis? Você pode tentar atrair minha atenção com coisas pelas quais me interesso, pode ser um personagem de desenho que eu gosto, personagem de filme, um livro, músicas, brinquedos, etc. Quando eu já estiver compartilhando minha atenção com você, irei adorar fazer atividades, de acordo com o nível de desenvolvimento em que eu me encontro, com meus personagens preferidos. Pergunta pra minha mãe, se você não souber.
Caso eu ainda não esteja nesse nível, não vamos pular etapas, tá? Porque isso pode me atrapalhar e fazer com que eu crie uma certa aversão ao lápis. E eu não quero isso, quero aprender a escrever como meus coleguinhas. Podemos rasgar papéis, fazer atividades de colagens, com velcro, com tintas, etc.


Por favor, você pode reparar se na minha sala de aula tem muitos estímulos sensoriais que me atrapalham? Às vezes está muito barulho e eu não consigo dar conta, por isso ponho as mãos nos meus ouvidos e fico no canto da sala. Teve até uma vez em que eu mordi meu colega porque uma criança gritou de repente muito forte do meu lado e eu me assustei, foi tão rápido que eu não consegui processar a informação e reagi dessa forma.
Se você reparar que não consigo ficar sentado, o que você acha de começarmos a fazer atividades na parede antes de irmos pra mesa? Você pode colocar um papel que forre a parede e juntos poderemos nos divertir com uma atividade direcionada em pé usando carvão ou giz, por exemplo, tem tantas coisas que podemos fazer!Acho que seria muito legal e você veria que, com a proposta adequada, eu consigo fazer várias coisas.

Ah! Podemos juntos fazer atividades com outros materiais também que sejam legais, antes que eu pegue logo no lápis... poderíamos furar o isopor com palitinhos de picolé, por exemplo, seria super legal e trabalharia a coordenação motora fina também. Daí, quando eu já tiver conseguindo fazer a famosa “pinça”, acho que podemos ir pra próxima etapa: aprender a escrever.
Se por acaso, depois de várias atividades que fizermos juntos você perceber que eu tenho um comprometimento com a coordenação motora fina, o que me impossibilita de fazer a “pinça” e escrever, não vamos desistir, por favor! Quando eu estiver pronto, eu também posso ser alfabetizado através da digitação. Posso aprender as letras, escrever e me comunicar com você utilizando a tecnologia. Ficarei feliz e serei eternamente grato por toda sua dedicação e empenho em me ensinar".

Veja também a dica do instagram @seautismo no link abaixo:

DIFERENÇAS DE APRENDIZAGEM

Segue uma relação das diferenças de aprendizagem entre crianças típicas e com Autismo, de acordo com o IG sindrome_de_asperger_autismo e mais algumas dicas: