AUTISMO - NÃO HÁ CURA, MAS HÁ TRATAMENTO!

 

Quando consultamos com Dr. Erasmo Barbante Casella, ele nos informou que, caso fizéssemos terapias intensivas, o Matheus teria um desenvolvimento incrível, os sintomas seriam amenizados drasticamente e que poderia até sair do Espectro Autista.

 

Esta foi a primeira vez que ouvi sobre sair do espectro, o que me deixou muito entusiasmada e com ainda mais garra para me dedicar ao tratamento do Matheus! 

 

E, de fato, após 2 anos de tratamento intensivo, o Matheus Saiu do Espectro do Autismo.

 

Embora muitos não acreditem que seja possível sair do espectro, essa não é a opinião dos maiores especialistas no assunto. Conforme vemos abaixo, acreditam que é possível SIM sair do Espectro, Mayra Gaiato, Carlos Gadia, Alysson Muotri, Sally Rogers e muitos outros especialistas. 

Para saber como você mesmo pode aplicar o mesmo tratamento em sua casa, clique no link abaixo:

 

 

 

 

Para analisar o desenvolvimento do Matheus Antes e Depois do Tratamento, clique no link abaixo:

 

Assista os vídeos abaixo com a minha explicação, da Mayra, do neuropediatra Dr. Erasmo Barbante Casella (Hosp. Albert Einstein) e ainda da neuropediatra da Dra. Deborah Kerches, para entender melhor o que significa o que é Sair do Espectro:

DR. ERASMO CASELLA

Neurologista Hospital Albert Einstein

Dr. Erasmo é neurologista do Hospital Albert Einstein, doutorado em Neurologia pela Universidade de São Paulo (1995), médico do Instituto da Criança do HCFMUSP, coordenador do ambulatório de Distúrbios do Aprendizado do Instituto da Criança do HCFMUSP, professor Colaborador Médico do Departamento de Pediatria da FMUSP e tem experiência em Distúrbios do Aprendizado, Déficit de atenção, Erros Inatos do Metabolismo e Emergências em Neurologia Infantil.

DRA. DEBORAH KERCHES

Neuropediatra

Assista à entrevista sobre o assunto. 

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Dr. Erasmo nos indicou a Dra. Mayra Gaiato, responsável pelo tratamento do Matheus. Foi ela que orquestrou o tratamento e nos treinou para aplicarmos o Método ABA todos os dias, mas não de uma forma clássica e sim buscando realizá-las de forma interessante ao Matheus. À Dra. Mayra devemos todo o êxito no tratamento! 

 

Além disso, mesmo sem conhecer na época o Modelo Denver de Intervenção Precoce, instintivamente, eu procurava buscar o tempo todo a comunicação e interação com o Matheus, criando estímulos na hora do banho, no caminho para a terapia, nos finais de semana, etc., colocando na prática aquilo que aprendíamos nas terapias!

Após cerca de 2 anos de tratamento instensivo, o Matheus saiu do Espectro!

Não se trata de dar falsas esperanças, pois ninguém deixa de ser autista, mesmo após sair do Espectro, há o histórico de autismo e persistem algumas dificuldades que devem ser trabalhadas. Mas, como aconteceu no caso do Matheus, não há mais atraso tão importante na linguagem e dificuldade de interação, o que representa grande êxito do tratamento. 

Dra. Mayra é psicóloga, com Mestrado em Psicologia Experimental - Análise do Comportamento (ABA). Especializanda em Neurociências pela Faculdade de Medicina da USP. Co-autora do livro Mundo Singular – Entenda o Autismo. Autora do livro: Guia de Sobrevivência do TDA. Com experiência com autismo desde 2003 e diretora da Equipe Singular.

DRA. MAYRA GAIATO

Assista vídeo explicativo da Dra. Mayra Gaiato sobre o que significa sair do Espectro.

DRA. MAYRA GAIATO

É possível Sair do Espectro?

MAYRA GAIATO e DR. RODRIGO SILVEIRA

Doença x Transtorno e Cura x Sair do Espcetro

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MODELO DENVER DE INTERVENÇÃO PRECOCE

Na palestra relacionada Sally Rogers salienta que não só é possível SAIR DO ESPECTRO, como NÃO É INCOMUM! Salienta que é isto que se espera com o tratamento. Veja o vídeo abaixo.  

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Vídeo PAST, PRESENT AND FUTURE OF EARLY INTERVENTION (YouTube)

 

No vídeo PAST, PRESENT AND FUTURE OF EARLY INTERVENTION, Sally Rogers aborda sobre o caso de um menino que SAIU DO ESPECTRO e completa que este caso NÃO É EXCEÇÃO, que é isto que se espera com o TRATAMENTO. 

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Em entrevista para o Insituto Pensi, Dr. Carlos Gadia, referência mundial em autismo e desordens de neurodesenvolvimento, esclarece:

JC – E existe, de fato, uma cura? É possível se livrar do autismo?

Gadia – Cura é uma palavra que carrega um significado muito forte. Existe um debate na comunidade médica. Há quem acredite que, uma vez diagnosticada com autismo, a pessoa sempre vai estar dentro do espectro. Outros acreditam que existe uma porcentagem de crianças que podem melhorar e sair dele. Acredito na segunda opção. Cerca de 3% a 5% de crianças evoluem tanto que conseguem sair desse espectro. Essa conquista se dá por meio de terapias intensas, que são caríssimas e demandam capacitação de especialistas, algo escasso tanto no Brasil como no mundo. Se a pessoa se torna um adulto funcional, independente, pode ser considerada uma pessoa típica, e existe um número de pacientes que alcança esse patamar.

Dr. Carlos Gadia, é neuro-pediatra brasileiro e diretor associado do Miami Children’s Hospital Dan Marino Center, na Flórida, nos Estados Unidos e membro da Diretoria Executiva da Autismo e Realidade. Foi agraciado com o “Outstanding Clinician” Award, prêmio criado pela UM-NSU CARD – Center for Autism and Related Disabilities da Universidade de Miami – que homenageia indivíduos que contribuem de forma significativa para o benefício de crianças e adultos portadores de transtornos do espectro autista.

Tivemos o privilégio de realizar um consulta com Dr. Gadia meses antes de receber alta. Estávamos dispostos a realizar o tratamento nos Estados Unidos, mas ele não achou necessário, pois disse que estávamos no caminho certo e que não haveria nada que houvesse lá que já não estivéssemos fazendo aqui. Pouco antes de consultá-lo, prestou o seguinte depoimento sobre nosso site através de e-mail:

"Prezada Karine,

Em primeiro lugar, quero cumprimenta-los pela excelência do site e pelo trabalho que estão fazendo com o Mateus.

Tenho certeza que estão colhendo os frutos de todo o esforço que fizeram. Pelo que pude ver, o Mateus está muito bem e respondendo as intervenções de maneira muito positiva.

Se quiserem, será um prazer vê-los aqui no Dan Marino Center ou, quem sabe, durante uma das minhas idas ao Brasil.

Um abraço,

Carlos Gadia, MD"

ENTREVISTA DR. CARLOS GADIA

Segue o link da reportagem:

CAMINHANDO PELO ESPECTRO

Como explica o IG @asperger_tea_asperger: 

"Caminhando pelo espectro.
Hj em dia, depois de ler relatos, de me informar bastante sobre o tema, percebi q se eu fosse diagnosticada autista ainda na infância ou adolescência, n seria como "leve", ou "Asperger". Vejo relatos de pais de autistas tidos como "Aspergers" e eu n chegava nem perto das características. N era nível 1 de suporte, era talvez 2.


Apesar de n ter diagnóstico, eu fazia terapia com psicólogas desde os 5 anos. Penso q deve ter me ajudado em alguma coisa. Tb tive a dedicação da minha mãe, minha tia q incrivelmente eram melhores do q muitas terapeutas por aí. Então aos 23 anos, apesar de ainda ser parcialmente dependente em várias atividades, eu recebi diagnóstico de autismo nível 1.


Autistas podem fazer isso devido a vários motivos. Autistas nível 2 de suporte (moderado) podem passar a nível 1 (leve). Os q estão no nível 3 (severo), podem caminhar para o 2 (moderado). Entranto, assim como podem evoluir, tb podem regredir.


Se n for ofertado apoio necessário a um autista nível 1(leve), se houver descaso dos familiares diante das dificuldades e ou desenvolvimento de condições coexistentes como: depressão, ansiedade, fobias, epilepsia, esquizofrenia, TOC, transtorno bipolar, dentre outros, a pessoa pode passar ao nível 2 (moderado). Necessitar de maior apoio.


Isso acontece o tempo todo. Por esse motivo, n se pode ter apego a "graus". Nenhum ser humano se "encaixa" perfeitamente em um "grau", como se fôssemos colocados em caixas. Nós oscilamos decorrentes de diversas situações durante a vida. As vezes menos apoio, as vezes mais apoio.


Caminhar pelo espectro é natural e perfeitamente possível. O q é completamente impossível é "sair do espectro". Jamais um autista sai do espectro. N existe "ex autista". Se algum pai diz q o filho era neurodiverso e saiu do espectro, na verdade significa duas coisas, ou é pq o filho nunca foi autista, ou pq passou p/ menor suporte. De qualquer forma, se passou p/ um nível considerado "leve", n é por isso que vai ser deixada de lado sem atenção a as necessidades e "se virar sozinho". O apoio precisa existir p/ que as coisas n se compliquem. 👉🏼 continua nos comentários". Texto de @caarol_souza05

O QUE SIGNIFICA SAIR DO ESPECTRO

Dr. Paulo Liberalesso explica o que significa "sair do espectro". Para acessar, clique no link abaixo.

E Dr. Paulo acrescenta:

"O diagnóstico comportamental na infância raramente é uma dicotomia perfeita entre o sim e o "não", já que os comportamentos se alteram com o passar dos anos e o desenvolvimento da criança. 

Deste modo, o diagnóstico do TEA, sobretudo em crianças pequenas, abaixo de 3 anos de idade, deve preferencialmente ser embasado em instrumentos e escalas métricas.

A CARS (Childhood Autism Rating Scale ou Escala de Avaliação do Autismo na Infância) está traduzida e validada para a língua portuguesa. 

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Em entrevista para a Dra. Mayra Gaiato, Dr. Thiago Lopes, referência mundial no Modelo Denver de Intervenção Precoce, afirma:

 

"(...) 95% das crianças que recebem 2 anos de Denver intensivo, ou seja, 20h por semana, elas vão desenvolver linguagem verbal! (...) E quando a gente olha crianças que não receberam nenhum tipo de intervenção ou uma intervenção de baixa intensidade, esses esses números estão em torno de 38%. (...) A criança volta para o círculo social, ela interage mais frequentemente, a gente começa a aumentar as oportunidades de aprendizado não só dentro da sessão. (...)

 

Existem estudos utilizando o modelo precoce de Denver(...) justamente comparando a modificação da estrutura do córtex cerebral das crianças. Então foram criados, por exemplo, 2 grupos, um de crianças típicas, e um das crianças com autismo. As crianças com autismo foram distribuídas em 2 grupos, um um que fazia o ABA mais clássico (os modelos mais clássicos de análise aplicada de comportamento) e outro grupo que fazia o Denver. E nós fizemos um scan das crianças com desenvolvimento típico, tirando a média de funcionamento - como era o padrão de ativação cerebral quando as crianças estavam vendo imagens, vendo desenhos... E e aí a gente comparava com as crianças com autismo. Era possível separar pelo padrão de ativação neuronal dos dois grupos - era muito distinto os dois.

 

Com o tempo que foi feito 2 anos de intervenção mais mais intensivo do modelo precoce de Denver e também para o grupo que fez o ABA mais clássico a gente conseguia distinguir no final do estudo as crianças com desenvolvimento típico das crianças que fizeram ABA. Tinha uma aproximação do padrão, elas chegavam muito mais próximas , mas ainda era possível estatisticamente de distinguir os dois grupos.

 

Para as crianças que fizeram o Modelo precoce Denver já nao era mais possível distinguir estatisticamente quem pertencia ao grupo que fez Denver das crianças com desenvolvimento típico. 

 

O que eu quero dizer aqui não é que a intervenção do Modelo Precoce de Denver tenha revertido absolutamente todos os sintomas, que tenha curado o autismo... Mas o que eu quero dizer que a modificação estrutural do cérebro da criança foi tão intensa, tão ampla, foi tão profunda, que já nao era mais possível distinguir o padrão de ativação, ou seja, a forma como o cérebro funciona em seu córtex das crianças típicas. (...) o cérebro se reestrutura!

Thiago Lopes é pai de criança com autismo e PhD/PsyD. em Psicologia e Formador Oficial do Método Denver de Intervenção Precoce (ESDM) para crianças com autismo e Coach senior de pais e profissionais. 

O O Modelo Precoce de Denver foi considerado pela revista Time uma das 10 maiores descobertas da área médica no ano de 2012, o modelo de Denver foi desenvolvido após mais de 20 anos de estudos e pesquisas lideradas pela doutora Sally Rogers e seus colaboradores. Atualmente, este time de cientistas da área do desenvolvimento infantil se concentram no centro de excelência em autismo do MIND Institute, localizado em Sacramento na Califórnia.

 

DR GADIA

Em entrevista exclusiva com Dr. Gadia, ele afirma que é possível sim sair do Espectro! Para ele sair do Espectro acontece quando a pessoa tem uma vida funcional, independente e feliz! 

THIAGO LOPES

Neste vídeo, Thiago Lopes, acrescenta que, 95% das crianças que começam com o tratamento aos 2 anos de idade, de 15 a 20 horas por semana, no Modelo Denver de Intervenção Precoce desenvolvem linguagem e muitas delas perdem o diagnóstico, passando a figurar dentro da faixa de desenvolvimento cognitivo típico. Mas isso não quer dizer que a criança foi curada, apenas que seu nível de desenvolvimento passa a ser similar ao de uma criança típica. Acrescenta que embora mantenha alguns sintomas de Autismo, tais sintomas não prejudicam mais seu desenvolvimento e por isso essas crianças não podem mais ser consideradas como dentro do Espectro do Autismo. 

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Dr. Alyson Muotry também acredita que é possível sair do Espectro e, nesta entrevista com o adolescente com autismo Nicolas Brito Sales afirma:

"O autismo é um espectro, tem mais pessoas mais afetadas, pessoas menos afetadas, pessoas que saem do espectro e que hoje em dia não são mais consideradas autistas."

PROMESSA DE CURA DA CIÊNCIA

Alysson Renato Muotri é um biólogo brasileiro, pesquisador do Instituto Salk para Estudos Biológicos, em La Jolla, San DiegoCalifórnia, onde realiza pós-doutorado em Neurociências desde 2002. Seu trabalho aborda temas da fronteira da genética e biologia atuais, como o desenvolvimento dos neurônios e as células-tronco. Destacou-se recentemente ao conseguir "curar" um neurônio "autista" (com Síndrome de Rett um tipo grave de autismo) em laboratório e abrir as portas para o desenvolvimento de uma droga eficiente contra essa complexa síndrome. O feito foi publicado na revista científica Cell

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Muotri é formado em ciências biológicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com doutorado em biologia genética pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de genética, com ênfase em genética humana e médica, atuando principalmente nos seguintes temas: reparo de DNA, vetores virais, câncerterapia gênica e modulação gênica. Foi um dos primeiros pesquisadores brasileiros a cultivar células-tronco embrionárias.

O geneticista paulistano já publicou mais de vinte artigos nas mais respeitadas revistas científicas. Em 2000, recebeu a menção honrosa para trabalho científico da Sociedade Brasileira de Virologia.

Desde o início da sua vida acadêmica, Muotri tinha interesse em estudar neurociência. A leitura de artigos científicos o levou a conhecer as pesquisas realizadas no Instituto Salk, em especial a linha de atuação do Dr. Fred Gage, que une células-tronco com o desenvolvimento de novas redes neurais.

Em 2010, Muotri em conjunto com outros cientistas brasileiros conseguiram transformar neurônios de pacientes com a síndrome de Rett em neurônios saudáveis. No início de 2012, fez o mesmo com autismo clássico.

Saiba mais sobre os avanços da ciência no link abaixo:

DR. ALYSON MUOTRY

Entrevista o jovem autista Nicolas Brito Sales e afirma que há pessoas que saem do Espectro e que não são consideradas mais autistas.

LIVRO SIMPLES ASSIM

No livro Simples Assim, Alysson Muotry explica profundamente sobre este estudo científico. 

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Segue trecho da entrevista:

 

Em entrevista com Mayra Gaiato Dr. Alysson aborda sobre Cura x Sair do Espectro:

EVOLUÇÃO DO MATHEUS:

Para acompanhar a grande evolução do Matheus após o tratamento, segue o link com o Antes e Depois... E ainda que haja dúvida se é possível ou não sair do Espectro, podemos afirmar com certeza que, com o tratamento, o Matheus, que era não-verbal, passou a falar, formando frases complexas, não faz mais ecolalia, fala de forma funcional e chegou no último passo da linguagem, o relato de fatos passados! Quanto à interação, ele que se isolava em casa e na escola, hoje interage perfeitamente e busca o tempo todo para brincar, puxa conversa com estranhos... Além disso, acompanha a escola, tem muitos amigos, já sabe ler e escrever, obedece comandos, etc. 

Enfim, ainda que alguns achem inadequado o termo "sair do espectro", é INDISCUTÍVEL que o tratamento precoce, correto e intensivo traz resultados incríveis, permitindo grande evolução e desenvolvimento! Em alguns casos, como ocorreu com o Matheus, permite que a criança possa ter um desenvolvimento de forma muito semelhante a crianças neurotípicas!

Nosso objetivo é, precisamente, demonstrar a importância e a efetividade do tratamento, para que as famílias busquem todos os recursos disponíveis em busca de um futuro melhor para seus filhos! 

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DESENVOLVIMENTO MATHEUS

Na Prática

O que significa na prática Sair do Espectro do Autismo.

GRUPO MÉTODO - OPINIÃO CONTRÁRIA

A especialista Meca Andrade, por exemplo, entende que, do PONTO DE VISTA FORMAL, o termo SAIR DO ESPECTRO não é adequado, mas concorda que é possível que a pessoa não exiba mais os sintomas. Afinal, entende que, como o DSMV apresenta o termo "historicamente apresentou", ainda que não apresente mais sintomas, há um histórico e por isso não saiu... Enfim, CONCORDA COM O CERNE DA QUESTÃO, MAS DISCORDA APENAS DO PONTO DE VISTA TERMINOLÓGICO!

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MAYRA & DR. PAULO LIBERALESSO

Live

Na live com essas duas feras, eles explicam porque é possível sair do espectro.

A IMPORTÂNCIA DE ACREDITAR E INVESTIR NO TRATAMENTO

Ressaltamos aqui que o objetivo de abordar sobre o fato de que o Matheus saiu do Espectro Autista, apesar de sabermos o quanto é rara a saída do Espectro Autista, é o de demonstrar o quanto o tratamento é efetivo e que, quando empenhados pelo tratamento, certamente há rande êxito e evolução. 

A respeito da importância de se acreditar na melhora dos sintomas, comenta ao lado a brilhante terapeuta Mayra Gaiato.

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