Autismo... 

Tem tratamento!!!

Quanto antes iniciado o tratamento, melhores os resultados!!!

AUMENTO DA PREVALÊNCIA DO AUTISMO

Veja o assustador aumento da prevalência do Autismo conforme gráficos a seguir (Autism Speaks e Tismoo - nessa ordem), ambos baseados em dados do CDC/USA.

 

Em 1975 apenas 1 a cada 5.0000 pessoas tinha Autismo. De acordo com o último levantamento publicado em 2018 (dados de 2014), 1 a cada 59 crianças têm Autismo:

AUMENTO DA PREVALÊNCIA

Dr. Gustavo Teixeira

Dr. Gustavo explica que a Ampliação diagnóstica, profissionais mais informados, mais centros especializados, famílias mais informadas, Pesquisas mais Fidedignas são alguns dos fatores que levam ao aumento dos casos. 

AUMENTO DA PREVALÊNCIA

Mayra Gaiato

Mayra Gaiato comenta ainda sobre os gatilhos ambientais. 

MITOS E VERDADES CAUSAS

Relatório sobre a Palestra do Dr. Carlos Gadia

Segue relatório da palestra do Dr. Carlos Gadia no Rio de Janeiro sobre a Prevalência do Autismo, ou seja, sobre o grande aumento dos casos de autismo e suas causas.

A CONTRIBUIÇÃO GENÉTICA DOS PAIS NO AUTISMO

Graciela Pignatari

Graciela Pignatari explica como acontece a contribuição genética dos pais no Autismo. 

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VACINAS NÃO CAUSAM AUTISMO

Segue link que aborda profundamente o assunto:

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AUMENTO DE DOENÇAS NEUROLÓGICAS

 

Em sua palestra no Ico Project, Dr. Paulo Liberalesso acrescentou que acredita que de fato o número absoluto de casos de Autismo esteja mesmo aumentando. Mas que o aumento não é apenas de casos de Autismo, mas de todas as demais doenças neurológicas. No entanto, o Autismo chama muita atenção, pois deixa a criança muito dependente. 

FIV E AUTISMO

 

Sobre a Fertilização In Vitro, no Ico Project, Dr. Carlos Gadia contou que foram feitos 2 estudos na Escandinávia e que os mesmos são contraditórios, já que um provou que a FIV é fator de risco para o Autismo e o outro provou o contrário!

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Muitas famílias querem saber sobre qual a probalidade de se ter um segundo filho Autista. Dr. Gadia Responde no IG @eyecontactlivesshapedbyautismo, conforme link abaixo:

Dr. Gadia

IRMÃOS com TEA 

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Nessa entrevista que realizei com Dr. Alysson Muotri para o Facebook da Comunidade Pró-Autismo, ele explica sobre as causas do Autismo. 

Alysson Muotri

CAUSAS TEA

Trabalho sugere que um filho com TDAH implica em risco maior do outro ter autismo e vice-versa

O site www.tismoo.us publicou:

"Um estudo recente do Mind Institute, do Departamento de Psiquiatria e Ciências Comportamentais da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), e outras universidades associadas reforça a ligação genética entre Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e Transtorno de Déficit da Atenção com Hiperatividade (TDAH). Segundo o estudo, quem tem um filho com autismo tem mais risco de ter outro filho com TDAH e vice-versa — um filho com TDAH significa risco mais de que ele tenha um irmão com autismo. Os resultados da pesquisa, publicada no científico Jama Pediatrics, reforçam a ideia de que existe uma sobreposição genética importante entre as duas condições.

Outros estudos já registraram o risco em irmãos para cada um desses transtornos individualmente, considerando que TDAH e TEA compartilham algumas características. Esta pesquisa, todavia, contempla as duas condições de saúde de uma vez, focando no risco em irmãos mais novos.

A pesquisa foi feita com 15.175 crianças com cinco anos ou mais que têm pelo menos um irmão mais velho. Dessas, 158 irmãos têm diagnóstico de autismo e 730 têm, de TDAH.

Riscos

Os números dos riscos são contundentes. As crianças que têm um irmão mais velho autista têm 30 vezes mais chances de ter diagnóstico de autismo em comparação com crianças que têm um irmão mais velho neurotípico (sem autismo). As crianças cujo irmão mais velho tem TDAH têm 13 vezes mais chances de ter TDAH também.

“Ambos os resultados confirmam o fator familiar nesses transtornos do desenvolvimento neurológico”, analisou, ao site Spectrum NewsTinca Polderman , professora assistente de desenvolvimento de características complexas na Vrije Universiteit Amsterdam, na Holanda, que não esteve envolvido nesse trabalho. Mas a escala do efeito do autismo é “surpreendente”, diz ela. Estudos anteriores estimaram esse aumento em 14 a 20 vezes.

Uma condição frente o risco da outra, entre irmãos, também apresenta um número significativo em comparação com o risco com irmão mais velho neurotípico. Crianças com irmãos mais velhos autistas têm 3,7 vezes mais chances de ter TDAH; e aquelas com um irmão mais velho com TDAH têm 4 vezes mais chances de ter autismo".

O estudo está disponível pelo PubMed em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30535156

 

(Com informações do Spectrum News)

Autismo corre em famílias com história de condições cerebrais

De acordo com publicação do site Spectrum news (tradução livre Google Translator):

"Crianças em famílias com uma história de condições cerebrais estão em chances aumentadas de ser autistas, um grande estudo na Suécia suggests1. Quanto mais estreitamente relacionado os membros da família com estas condições, maior a chance da criança de ter autismo.

Outros estudos relataram tendências semelhantes: as chances de uma criança de ter autismo aumentam se ela tem um irmão com autismo, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) ou deficiência intelectual, ou um pai com esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar ou ansiedade2, 3,4.

O novo estudo analisou a história familiar dessas condições, bem como a epilepsia e mais de uma dúzia de outros, e incluiu avós, tias, tios e primos.

Em estudos de autismo, os cientistas tendem a se concentrar em irmãos mais velhos ", mas muitas pessoas com autismo não têm um irmão mais velho com autismo", diz o investigador principal Brian Lee, professor associado de epidemiologia e Bioestatística na Drexel University, na Filadélfia. "A história da família, em quase todos os aspectos da medicina, é um determinante incrivelmente forte do resultado."

Lee e seus colegas examinaram registros de 10.920 crianças com autismo e 556.516 crianças típicas matriculadas na coorte juvenil de Estocolmo, um estudo contínuo de crianças nascidas naquela cidade. Os pesquisadores utilizaram registros nacionais para identificar as crianças de mais de 8 milhões parentes e os diagnósticos desses parentes.

As crianças que têm um parente de primeiro grau — um irmão ou pai — com uma condição cerebral diferente do autismo têm até 4,7 vezes as chances habituais de ter autismo, o estudo encontrado. E eles têm até 7,6 vezes as chances de ter tanto autismo e deficiência intelectual.

Os resultados jibe com evidências ligando fatores de risco para o autismo com aqueles para outras condições, diz James Crowley, professor adjunto de genética e psiquiatria da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, que não estava envolvido no estudo. "Os genes que predispõem a uma desordem psiquiátrica ou neurológica muitas vezes predispõem a outro", diz ele.

Risco relativo:
O risco de autismo — com ou sem incapacidade intelectual — diminui à medida que a distância genética entre a criança e o membro da família afetado aumenta.

"Isso é realmente dizer-nos que parece haver um fator de responsabilidade geral, que é transmitida geneticamente, a ter uma variedade de diferentes transtornos psiquiátricos e neurológicos", diz Alan Brown, professor de psiquiatria e epidemiologia na Columbia Universidade, que não estava envolvida no estudo. Os resultados apareceram em março na rede JAMA Open.

O estudo também constatou que as 8.354 crianças que têm autismo sozinho são mais propensos a ter um parente com uma dessas condições que são as 2.566 crianças que têm tanto autismo e deficiência intelectual.

Crianças com um pai ou irmão autista têm 9 vezes as chances habituais de autismo e 4,1 vezes as chances de ter autismo com deficiência intelectual. Mas as crianças que têm um pai ou irmão com tanto autismo e deficiência intelectual têm 14,2 vezes as chances habituais de também ter ambas as condições e 3,8 vezes as chances de ter autismo sozinho.

Estes achados sustentam a idéia de que a genética do autismo com deficiência intelectual difere da do autismo sozinho, diz Jakob Grove, professor adjunto de Biomedicina da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, que não estava envolvido no estudo.

Lee e seus colegas estão analisando registros em registos nacionais na Dinamarca para olhar para a relação do autismo com a história familiar do cérebro e outras condições de saúde".

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"Autism facts: - 1 em 59
- 1 em 37 meninos
- 1 em 151 meninas - 31% das crianças autistas tem DI (qi abaixo de <70)
- 25% qi borderline (71-85),
- 44% tem qi mediano a levemente acima da média (QI acima >85) - Autismo afeta todas as classes sociais
- Minorias tendem a ter diagnósticos tardios e menos frequentes - Intervenção precoce é a melhor oportunidade que um autista vai ter ao longo da vida - Não existe exame médico para detectar o autismo 
CAUSAS: - genética
- Crianças nascidas de genitores mais velhos
- Famílias com uma criança autista tem de 2 a 18 % a ter um segundo filho com autismo


- Gêmeos idênticos: o outro tem 36 a 95 % de chance de ser afetado - Gêmeos univitelinos: 31% de chance - Vacinas não causam Autismo - Regressão ocorre em 1 em 5 autistas, geralmente entre idade de 1 a 3 anos. - mais ou menos 1/3 dos autistas é não verbal - 2/3 de autistas entre 6-15 anos sofrem bullying - Mais alta taxa de morte é por afogamento - 90%|


- 30-61% autistas tem tdha

- Mais de 50% dos autistas tem problemas de sono

- 11 a 40% das crianças e adolescentes sofre de ansiedade

- 1/3 tem epilepsia

- Esquizofrenia : 4 a 35% dos adultos autistas x 1.1 % da população não autista

- Risperidona e Aripripazole são as únicas medicações aprovadas pelo FDA americano para controlar a agitação e a irritabilidade do autista

- Mais da metade dos autistas adultos jovens não continuam a estudar após o ensino médio

 

- - PESQUISAS DEMONSTRAM QUE TRABALHO DIMINUI SINTOMAS AUTISTAS E ENCORAJA A INDEPENDÊNCIA E MELHORA A QUALIDADE DE VIDA DO AUTISTA 
Texto: #fatimadekwant, resumo da fonte www.autisme.nl (holandês)"

Fátima de Kwant

NÚMEROS DO AUTISMO

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