TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)

 

Como explica o site www.saberautismo.com.br:

"TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade) e TEA (Transtornos do Espectro Autista) são transtornos do neurodesenvolvimento. Ambos afetam o comportamento, o aprendizado e a socialização.

O TDAH é caraterizado pelo prejuízo na modulação da atenção, por hiperatividade e impulsividade.

No TEA há prejuízo das habilidades de comunicação e interação social, além da presença de interesses e comportamentos restritos e repetitivos. São condições que frequentemente coexistem, de tal maneira que podemos encontrar sinais de TDAH na maior parte das pessoas no TEA.

Além disso, as duas condições compartilham dificuldades nas habilidades sociais e na regulação emocional, problemas atencionais, alterações da integração sensorial e comportamento opositor.

Na sala de aula, crianças com essas condições podem se beneficiar muito de abordagens que dão suporte adequado para seu estilo de aprendizagem e suas dificuldades diante das demandas pedagógicas e sociais.

Adaptações na forma de comunicação, na estruturação do ambiente e das tarefas, bem como acomodações que atendam suas particularidades neurológicas, permitem que elas aproveitem melhor o conteúdo educacional oferecido e favorecem seu desenvolvimento global".

AUTISMO X HIPERATIVIDADE

Nossa mestre Mayra Gaiato ensina a diferença entre AUTISMO e TDAH, e ensina que a DIFICULDADE de INTERAÇÃO e a FALTA de COMPARTILHAR objetos e situações são situações que se encontram apenas no AUTISMO - e são características que diferenciam esses transtornos.


HIPERATIVIDADE

Nossa mestre Mayra Gaiato fala mais sobre AUTISMO e TDAH.

DÉFICIT DE ATENÇÃO

Nossa mestre Mayra Gaiato entrevista o neuropediatra Dr. Thiago Gusmão sobre o Déficit de Atenção.

QUAIS OS TIPOS DE TDAH

Dr. Clay Brites explica quais os tipos de TDAH e como identifica-los. 

MEDICAÇÃO NO TDAH

Dr. Clay Brites explica a importância e a segurança da medicação no TDAH. 

DICAS TDAH NA SALA DE AULA

Dr. Clay Brites dá dicas para sala de aula. 

ISOLAMENTO SOCIAL NO TDAH

Dr. Clay Brites explica o porque ocorre isolamento social nas pessoas com TDAH. 

TDAH & OBESIDADE

Dr. Clay Brites explica o porque há risco de obesidade nas pessoas com TDAH. 

TDAH e DIFICULDADE DE LEITURA

A psicóloga Luciana Brites aborda sobre os motivos de pessoas com TDAH terem problemas de leitura e dá dicas.

TDAH e ATIVIDADES FÍSICAS

A psicóloga Luciana Brites aborda sobre a importância das atividades físicas para de pessoas com TDAH.

Please reload

HIPERATIVIDADE

Segue vídeo produzido por Autistologos PARA MELHORAR A VIDA DE CRIANÇAS COM TDAH, cujas DICAS extraímos do site www.minhavida.com.br. 
E como ensina o @institutoinfan:
Para que aprendam a manter o controle, a DICA é vivenciar ATIVIDADES que exijam que a CRIANÇA AGUARDE sua vez e envolvam LIMITES claros. E acrescenta: “E NÃO DESISTA se seu filho te afrontar ou quiser desistir. Você JAMAIS deve PERDER NESSE JOGO. Lembre-se que o melhor remédio para tornar seu filho flexível e resiliente é aprender a LIDAR com pequenas FRUSTRAÇÕES. Jogos que exijam que a criança aguarde sua vez são muito úteis para trabalhar a maior flexibilidade com as frustrações”. Alguns exemplos que exigem paciência e concentração são dominó, quebra-cabeça, memória, etc. Enfim, atividades relativamente demoradas, sem muitos estímulos e com trocas de turnos. Essas dicas podem ser aproveitadas para crianças com Autismo agitadas e com dificuldade de concentração. Veja um exemplo de jogo de dominó com o Matheus no início do tratamento, link abaixo:

Please reload

GUIA DE SOBREVIVÊNCIA

Mayra é autora do livro Guia de Sobrevivência para o Transtorno do Déficit de Atenção, indicado para quem quiser saber mais sobre o assunto. 

Seguem abaixo alguns exercícios inidcados pelo livro para estimular a atenção das crianças com TDAH.

Please reload

Dr. Clay Brites explica os tipos de TDAH

Tipos de TDAH

O IG @neurosaberoficial explica: "Vamos imaginar que o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade seja um iceberg.

Cerca de 90% de um iceberg fica embaixo da água - sob a superfície onde não podemos vê-lo.

Os 10% que vemos acima da marca d'água são os sintomas característicos do TDAH: desatenção, impulsividade e hiperatividade.

Eles são importantes de observar e entender, é claro, mas não são a imagem completa do TDAH.

O que está sob a superfície é tão (se não mais) importante. Na imagem, você consegue entender melhor outras características que merecem atenção total, e que muitas vezes não são levadas em consideração

Tipos de TDAH

Como ensina o IG @friskasensorial: "Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade x transtorno do processamento sensorial, vale a pena ler esse artigo. ————————————SHIMIZU, Vitoria Tiemi e MIRANDA, Mônica Carolina. Processamento sensorial na criança com TDAH: uma revisão da literatura. Rev. psicopedag. [online]. 2012, vol.29, n.89, pp. 256-268. ISSN 0103-8486———————————— As características dos dois são muito parecidas e muitas vezes os sintomas se inter-relacionam. Por exemplo, uma criança com TPS vestibular, tem dificuldade de equilíbrio, e ficar sentada pode ser muito difícil e como consequência, dificuldade de concentração. O mesmo acontece com transtorno nos outros sentidos. Os estudos que relacionam TDAH e TPS são muito poucos e não relacionam quando ou qual é a causa. A melhor opção é avaliação especializada e não caso de diagnóstico de TDAH sempre avaliar se não há TPS associado, pois tratar o TPS vai ajudar na evolução do TDAH!!!"

 

Para saber mais sobre TPS, clique no link abaixo:

Transtorno Processamento Sensorial 

Como ensina o IG @dradeborahkerches:

 

"Bullying é a prática de atos agressivos verbais, físicos e/ou psicológicos; intencionais e repetitivos com características de perseguição contra uma vítima. A vítima fica exposta, intimidada e se sentindo humilhada. O autor ou autores de bullying geralmente são crianças ou adolescentes que sofrem agressões em casa e/ou na escola, que podem ter algum transtorno psiquiátrico, e tentam transferir seus traumas e dificuldades por meio de agressividade contra outro.
Crianças e adolescentes com TDAH apresentam comportamento inquieto, impulsivo e imaturo; têm dificuldades na autorregulação das suas emoções, procuram recompensa imediata, gerando prejuízos importantes de relacionamento social. Esse quadro os tornam mais vulneráveis ao bullying, quer seja como autores ou vítimas, principalmente em ambientes escolares. O tratamento do TDAH impacta diretamente na autoestima e no manejo dos relacionamentos sociais, diminuindo o risco de bullying.
Não somente pais, mas especialmente os professores precisam estar muito atentos ao comportamento de seus alunos, pois o bullying nem sempre acontece em sala de aula ou no intervalo; pode ocorrer na saída ou entrada, por exemplo.
Um aluno vítima de bullying irá mudar seu comportamento, ficando mais isolado, com maior número de falta e, muitas vezes, queda de rendimento escolar. Frente a um aluno com TDAH, poderíamos pensar ser parte do quadro clínico essa mudança de comportamento e não nos alertarmos para algum sofrimento consequente de atos de bullying.
Da mesma forma, devemos estar atentos a casos em que são os autores e tomar as providências cabíveis. Em muitos casos, estão sem intervenções adequadas, abandonaram tratamento farmacológico e/ou psicoterapêutico ou estão vivenciando experiências negativas, com as quais não possuem recursos cognitivos e emocionais para lidar.
O bullying traz prejuízos emocionais, sociais e acadêmicos marcantes; estas crianças/adolescentes podem desenvolver comorbidades como transtornos de ansiedade, depressão, fobia escolar, pânico, entre outros.
O tratamento envolve o tratamento do quadro de base, terapia cognitivo comportamental, medicação s/n, medidas psicoeducativas, apoio familiar e escolar.Bullying é a prática de atos agressivos verbais, físicos e/ou psicológicos; intencionais e repetitivos com características de perseguição contra uma vítima. A vítima fica exposta, intimidada e se sentindo humilhada. O autor ou autores de bullying geralmente são crianças ou adolescentes que sofrem agressões em casa e/ou na escola, que podem ter algum transtorno psiquiátrico, e tentam transferir seus traumas e dificuldades por meio de agressividade contra outro.
Crianças e adolescentes com TDAH apresentam comportamento inquieto, impulsivo e imaturo; têm dificuldades na autorregulação das suas emoções, procuram recompensa imediata, gerando prejuízos importantes de relacionamento social. Esse quadro os tornam mais vulneráveis ao bullying, quer seja como autores ou vítimas, principalmente em ambientes escolares. O tratamento do TDAH impacta diretamente na autoestima e no manejo dos relacionamentos sociais, diminuindo o risco de bullying.
Não somente pais, mas especialmente os professores precisam estar muito atentos ao comportamento de seus alunos, pois o bullying nem sempre acontece em sala de aula ou no intervalo; pode ocorrer na saída ou entrada, por exemplo.
Um aluno vítima de bullying irá mudar seu comportamento, ficando mais isolado, com maior número de falta e, muitas vezes, queda de rendimento escolar. Frente a um aluno com TDAH, poderíamos pensar ser parte do quadro clínico essa mudança de comportamento e não nos alertarmos para algum sofrimento consequente de atos de bullying.
Da mesma forma, devemos estar atentos a casos em que são os autores e tomar as providências cabíveis. Em muitos casos, estão sem intervenções adequadas, abandonaram tratamento farmacológico e/ou psicoterapêutico ou estão vivenciando experiências negativas, com as quais não possuem recursos cognitivos e emocionais para lidar.
O bullying traz prejuízos emocionais, sociais e acadêmicos marcantes; estas crianças/adolescentes podem desenvolver comorbidades como transtornos de ansiedade, depressão, fobia escolar, pânico, entre outros.
O tratamento envolve o tratamento do quadro de base, terapia cognitivo comportamental, medicação s/n, medidas psicoeducativas, apoio familiar e escolar.

TDAH X BULLYING

Como ensina o IG @dradeborahkerches:

 

"TDAH - Orientações aos pais.
- Procurem o máximo possível de informações sobre o TDAH e possíveis comorbidades, antes de iniciar o tratamento.
- Tenham tempo para seus filhos!!!
- Elogiem sempre!!! A criança precisa saber que seus esforços em vencer desafios estão sendo reconhecidos.
- Lembrem-se de que seu filho pode estar tentando atender às suas expectativas e da escola, mas nem sempre consegue;
- Não cobrem somente resultados, valorizem o esforço e empenho.
- Organizem uma rotina diária como: hora para dormir, se alimentar, fazer tarefas escolares e de casa, assistir TV, brincar e descansar!!! Muitas vezes, são necessários intervalos, principalmente durante atividades que exijam esforço mental (concentração).
- Falem de frente e olhando nos olhos.
- Reforcem comportamentos adequados e repreendam construtivamente comportamentos inadequados, explicando como deveriam ter agido. Não adianta falar que é errado e não explicar o que seria correto.
- Participem da rotina terapêutica do seu filho. Conversem com os terapeutas e alinhem novas estratégias, quando necessário.
- Ensinem a criança terminar suas atividades e a não desistir. - Não sobrecarreguem a criança com muitas funções ou atividades extracurriculares.
- Mantenham contato direto com a escola; é essencial a participação dos pais e terapeutas junto a mesma.
- Tenham um espaço arejado, bem iluminado e sem muitos estímulos para o estudo.
- Incentivem atividades físicas regulares.
- Estimulem a autonomia da criança e a importância em fazer amigos.
- Conversem sobre regras e limites, de maneira clara, estabelecendo sempre um diálogo. A relação não pode ser unidirecional. - Ensinem a lidar com situações de conflito e frustrações.
- Usem agendas, murais para fixar bilhetes, por ex.
- Preparem a criança para mudanças de rotina.
- Façam da sua casa um local harmônico .
- Perguntem como seu filho se sente,e, se preciso, estabeleçam novos cronogramas e regras. Aprendam a “ler” seus filhos e a se reorganizarem quantas vezes forem necessárias.
- Tenham paciência , sejam persistentes e façam tudo com muito amor!"

TDAH- ORIENTAÇÃO PAIS

Como explica Dra. Deborah Kerches:

"O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é o transtorno comportamental, neurobiológico mais comum na infância e adolescência, afetando em torno de 5-8% delas. Inicia-se na infância e pode persistir até a fase adulta, em mais da metade dos casos.

Os sintomas são desatenção e/ou hiperatividade/impulsividade.
É mais frequente em meninos (3:1) e estes, costumam apresentar mais a forma predominantemente hiperativa/impulsiva e as meninas, a forma desatenta.

Vale lembrar que nem toda criança que apresenta desatenção, hiperatividade e/ou impulsividade, tem TDAH!

Queixas de dificuldades de aprendizagem e problemas de relacionamento - comportamento, costumam ser as queixas mais comuns no consultório.
Os sintomas precisam ser avaliados por especialista, de acordo com os critérios do DSM -5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais).
O TDAH não é considerado doença, portanto, não tem cura, e sim, tratamentos que podem proporcionar uma excelente qualidade de vida.

TDAH É COMUM NA INFÂNCIA

Como ensina o IG @dradeborahkerches:

 

"No TDAH ocorre um prejuízo em regular a própria atenção, dificuldade em prestar atenção voluntariamente e no gerenciamento de tempo. Não só a distração, mas também o hiperfoco pode ser observado em algumas pessoas com Déficit de Atenção e Hiperatividade.
O cérebro no TDAH apresenta níveis de dopamina mais baixos. A dopamina é um neurotransmissor que atua no sistema de recompensa imediata, motivação e prazer. Dessa forma, o controle atencional de pessoas com TDAH está diretamente relacionado a experiências prazerosas e de grande importância emocional.
Crianças, adolescentes e adultos com TDAH, quando estão fazendo algo muito prazeroso e com o que se sentem psicologicamente recompensados, podem acabar persistindo neste comportamento, resultando em hiperfoco. Mudar o foco fica ainda mais difícil se for para atividades desinteressantes e entediantes. Quando se está em hiperfoco há uma inflexibilidade cognitiva e a pessoa pode permanecer por horas assim até que algo tão interessante quanto o que desencadeou o hiperfoco chame a atenção, ou até exaustão ou alguma frustração.
Isso explica como pessoas com TDAH podem passar horas hiperconcentradas jogando vídeo game, trabalhando em um projeto, por exemplo, e não conseguem prestar atenção em outras coisas ou situações menos interessantes a ele.
Algumas dicas para gerenciar o hiperfoco na criança com TDAH são: montar um cronograma para controle de atividades que tendem a resultar em hiperfoco (ex.: televisão, videogame); utilizar-se de marcações de tempo finais, como, por exemplo, o final de um filme, como um sinal de que determinada ação chegou ao fim e que agora é momento de partir para outra; sempre promover atividades que estimulem a criança a conviver socialmente (evitando o isolamento).

HIPERFOCO NO TDAH

Uma dica para melhorar a atenção em sala de aula é sentar na primeira carteira. Foi criada até uma Lei Municipal em Governador Valadares/MG específica sobre isso. 

Mas todas as adaptação necessárias são previstas pela lei de inclusão. Para saber mais sobre os Direitos na escola clique no link abaixo:

SENTAR NA PRIMEIRA CARTEIRA

Para mais opções, clique no link abaixo:

Jogo dos 7 Erros 

Para mais opções, clique no link abaixo:

Encontre Objetos

Para saber onde comprar, clique abaixo:

Lince

Outras exemplos abaixo:

Ligue as Sombras 
Captura_de_Tela_2019-08-27_às_11.09.35.p

O TDAH necessita de laudo médico, mas segue a escala SNAP-IV para triagem (ink PDF).

SNAP-IV

ESCALA AVALIAÇÃO TDAH

download.jpg

Confira a íntegra do livro Guia de Sobrevivência para o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, disponibilizado pela autora, nossa mestre Mayra Gaiato, por não haver mais disponibillidade para compra:

Mayra Gaiao

LIVRO TDAH

  • Facebook App Icon
  • Twitter App Icon
  • Google+ App Icon

© 2023 by Grace Homecare. Proudly created with Wix.com