Autismo... 

Tem tratamento!!!

Quanto antes iniciado o tratamento, melhores os resultados!!!

NÍVEIS DE GRAVIDADE

Mayra Gaiato

Mayra explica como se definem os graus leve, moderado e severo.

AUTISMO LEVE E MODERADO

Mayra Gaiato

Mayra explica como se definem os graus leve e moderado.

AUTISMO LEVE E ASPERGER

Mayra Gaiato

Mayra explica que o Asperger é o limite entre o Autismo e a normalidade e que não atrasam na linguagem, nem têm dificuldade de interação, apenas podem agir de forma estranha. 

AUTISMO LEVE

Grupo Método

Meca Andrade fala sobre como entender e lidar com o Autismo Leve. 

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Como explica o IG @entendendooautismo:

"Desde 2013, quando a Associação Americana de Psiquiatria (APA) lançou a quinta edição do DSM, o TEA é atribuído a três níveis distintos.

As intervenções dependem de cada caso. Sendo assim, o médico responsável pela pessoa indicará qual a melhor maneira de oferecer o tratamento.
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👉 Importante afirmar que quem convive com o TEA, em seus mais diferentes níveis, podem precisar das mesmas intervenções, embora aquelas dos níveis 2 e 3 necessitem muito mais de quem está na categoria 1 (autismo de alta funcionalidade ou Síndrome de Asperger. Não deixem de consultar um especialista".
 

CAMINHANDO PELO ESPECTRO

No mesmo sentido ensina o IG @asperger_tea_asperger:

"Caminhando pelo espectro.
Hj em dia, depois de ler relatos, de me informar bastante sobre o tema, percebi q se eu fosse diagnosticada autista ainda na infância ou adolescência, n seria como "leve", ou "Asperger". Vejo relatos de pais de autistas tidos como "Aspergers" e eu n chegava nem perto das características. N era nível 1 de suporte, era talvez 2.
Apesar de n ter diagnóstico, eu fazia terapia com psicólogas desde os 5 anos. Penso q deve ter me ajudado em alguma coisa. Tb tive a dedicação da minha mãe, minha tia q incrivelmente eram melhores do q muitas terapeutas por aí. Então aos 23 anos, apesar de ainda ser parcialmente dependente em várias atividades, eu recebi diagnóstico de autismo nível 1.
Autistas podem fazer isso devido a vários motivos. Autistas nível 2 de suporte (moderado) podem passar a nível 1 (leve). Os q estão no nível 3 (severo), podem caminhar para o 2 (moderado). Entranto, assim como podem evoluir, tb podem regredir.
Se n for ofertado apoio necessário a um autista nível 1(leve), se houver descaso dos familiares diante das dificuldades e ou desenvolvimento de condições coexistentes como: depressão, ansiedade, fobias, epilepsia, esquizofrenia, TOC, transtorno bipolar, dentre outros, a pessoa pode passar ao nível 2 (moderado). Necessitar de maior apoio.
Isso acontece o tempo todo. Por esse motivo, n se pode ter apego a "graus". Nenhum ser humano se "encaixa" perfeitamente em um "grau", como se fôssemos colocados em caixas. Nós oscilamos decorrentes de diversas situações durante a vida. As vezes menos apoio, as vezes mais apoio.
Caminhar pelo espectro é natural e perfeitamente possível. O q é completamente impossível é "sair do espectro". Jamais um autista sai do espectro. N existe "ex autista". Se algum pai diz q o filho era neurodiverso e saiu do espectro, na verdade significa duas coisas, ou é pq o filho nunca foi autista, ou pq passou p/ menor suporte. De qualquer forma, se passou p/ um nível considerado "leve", n é por isso que vai ser deixada de lado sem atenção a as necessidades e "se virar sozinho". O apoio precisa existir p/ que as coisas n se compliquem. Texto 
@caarol_souza05"

SOBRE OS (DE) GRAUS DE AUTISMO:

Grande lição de @fatimadekwantautismo:

 

"No momento do diagnóstico os pais desejam saber que grau o filho tem e o que vai acontecer no futuro. Duas coisas difíceis de prever porque o autista cresce e evolui. Quanto mais tratamento adequado para ele, mais chances de “passar de grau”, de subir um degrau.
O grau de autismo se refere à funcionalidade na idade cronológica. Isso quer dizer que vai ser considerado leve, moderado ou severo de acordo com a funcionalidade nas áreas de identificação do autismo: comunicação, socialização e comportamento na idade apropriada (em comparação com o desenvolvimento neurotipico). Com a nova denominação de graus leve, moderado e severo, muitos médicos encontram dificuldades no diagnóstico.
Ainda que ouça que seu filho tem grau leve, não deixe de tratar. Ainda que ouça que o grau não é leve, não perca a esperança de mudar de grau.
É importante saber que a funcionalidade de uma criança determina o grau e não se é “quieta” ou agitada, como muitos médicos definem o autismo infantil quando a criança tem o grau bem limitado de funcionalidade mas mantém um comportamento calmo, sem crises ou agitação.

Com o tratamentos e intervenções corretas para a criança, ela pode evoluir até outro grau mais moderado ou até mais leve. Isso não é regra. Alguns autistas sempre serão considerados severos, da infância a vida adulta. Mas ainda assim podem progredir muito dentro desse quadro.
Cada autista é único.
Suas limitações são únicas e seus talentos também.
Nunca haverá um igual ao outro, nem se desenvolverão iguais aos outros. ◦ Seguir lutando para que sejam o mais independentes, saudáveis e felizes possível, é o melhor que podemos fazer. Terapias, intervenções multidisciplinares, aprendizado adequado e o empenho dos pais podem fazer milagres".

SÍNDROME DE ASPERGER

Como explica @dradeborahkerches:

 

"18 de fevereiro é o Dia Internacional da Síndrome de Asperger em referência ao nascimento do psiquiatra e pediatra austríaco Hans Asperger (1906-1980), primeiro médico a descrever este transtorno em 1944.
A Síndrome de Asperger havia sido anteriormente incorporada no DSM 4, em 1994, sendo descrita como um subtipo mais leve e mais funcional do autismo. Em 2013 com a atualização da quinta edição do DSM (Manual Estatístico e Diagnóstico de Transtornos Mentais), as pessoas com Síndrome de Asperger passaram a se enquadrar no termo Transtorno do Espectro Autista nível 1.
A Síndrome de Asperger é um espectro do autismo mais funcional, sem atraso intelectual ou atrasos importantes na aquisição da fala, porém com dificuldades na socialização, interesses restritos e estereotipados, com hiperfoco em determinado assunto, comportamentos excêntricos ou repetitivos.
Os sintomas na infância podem passar mais despercebidos no caso das crianças com Asperger, visto que não é notado atraso significativo de linguagem e muitos, inclusive, podem adquirir linguagem verbal precocemente e com repertório amplo, e os possíveis atrasos motores costumam ser bem leves.
As pessoas com Síndrome de Asperger, em geral, possuem inteligência média ou acima da média e costumam se interessar bastante por áreas bem específicas, podendo apresentar altas habilidades. Devido a isso, não costumam apresentar dificuldades na escola, embora alguns possam se destacar em algumas matérias enquanto têm dificuldades em outras que não são do interesse.
Embora os sintomas sejam considerados mais leves, há dificuldade em fazer amigos, em entender sutilezas e regras sociais, se adaptar a novas rotinas e de se sentir pertencendo a um grupo social. Estes prejuízos, especialmente na adolescência e fase adulta, podem levar a comorbidades como depressão, ansiedade, entre outros. A grande maioria consegue ter uma vida funcional, ingressar no mercado de trabalho, constituir família, mas há necessidade de intervenção especializada o mais precocemente possível, principalmente no sentido de trabalhar habilidades sociais".

SÍNDROME DE ASPERGER

Como explica o IG @umautistafalandodeautismo:

 

"O autista leve, principalmente adulto, é negligenciado pela sociedade.

Os neurotípicos (não autistas) apenas vivem a rotina diária, eu, autista leve, tenho que fazer um esforço estratosférico para isso.

Coisas simples, que para os neurotípicos não exigem muito esforço, como interagir e socializar, por exemplo, para mim exige um grande esforço... terapia, livros, perguntar a outras pessoas, e ainda assim, não sei como me comportar ou interagir em situações sociais, geralmente eu opto pelo silêncio ou pelo mutismo seletivo, pois não sei o que é adequado ou não falar.

Em contraponto, sei que geralmente não sou uma pessoa querida, pois para criar vínculos afetivos necessita-se de habilidades sociais.
Mas cheguei em um ponto onde isso não me incomoda mais, até gosto de ser sozinho, pois ser eu significa estar sozinho, e não existe nada melhor do que poder ser eu mesmo, parece irônico, mas tudo que consegui foi nos momentos em que fui eu mesmo, autista como sou.

Desde os 6 anos de idade, todas as vezes que foi necessário a interação social para ser bem sucedido em algo, eu fracassei... no trabalho, na faculdade, na escola, nos relacionamentos afetivos.
Se não tem a interação e comunicação social prejudicada, não é autismo, pois esses são um dos critérios para se fechar o diagnóstico, no autista leve, para quem vê de fora, isso pode ser invisível.

A visão de fora do autismo leve geralmente é:

"É autista, mas é levinho, né?"
"Aí, nem parece autista"
"Para mim você é normal"
"Não vejo nada de diferente em você"

Mal sabem as dificuldades diárias,
Mal sabem a quantidade de adaptações que tive que fazer para conseguir ser funcional,
Mal sabem quantas vezes já fracassei na vida diária por conta dessas dificuldades,
Mal sabem como é difícil conviver com as condições coexistentes, TOC, depressão, ansiedade, oscilação de humor, transtorno de processamento sensorial...
Mal sabem quantas vezes eu já estive a beira do suicídio.


Um Autista Falando de Autismo
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Por: Pedro Jailson Silva

Nota: Essa é minha experiência pessoal como autista, pode ou não se aplicar a outros autistas".

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