MEDICAÇÃO

Muita gente me pergunta se o Matheus tomou ou toma medicação. Não, ele nunca tomou, mas tomaria se fosse necessário! Utilizamos apenas florais desenvolvidos por uma especialista especificamente para ele, como explicamos no link abaixo, o que acredito que tenha sido realmente válido! Mas, é claro, sem deixar de fazer todo o tratamento, realizando diariamente o Método ABA e demais terapias e estímulos.

 

Ainda não existe uma medicação especificamente para o autismo, mas apenas para alguns de seus sintomas. É importante, no entanto, que a medicação seja utilizada somente se necessária e avaliada se está dando os resultados esperados. Há profissionais que apenas prescrevem medicação sem indicar mais nenhum estímulo, o que prejudica demais o desenvolvimento da criança, que fica ainda mais sonolenta e dispersa, perdendo ainda mais a oportunidade de aprendizado!

De acordo com o livro Breve Guia para Tratamento do Autismo

De acordo com essa obra, as medicações mais comuns utilizada nas pessoas com TEA são:

Aborda também sobre os benefícios de alguns suplementos:

Dr. Gustavo Teixeira ressalta sobre a importância da Medicação em alguns casos para se obter melhores resultados no tratamento:

Já o Dr. Paulo Liberalesso tem uma opinião diferente:

Andréia, no canal do Youtube do Lagarta Vira Pupa conta sua história sobre medicação:

O site www.folha.uol.com.br também reporta a notícia do New York Times que alerta (link da matéria logo abaixo):

“A DEA (o órgão dos EUA responsável pela repressão e o controle de drogas) classifica ESTIMULANTES vendidos com receita médica, como ADDERALL e Vyvanse (anfetaminas) e RITALINA e Focalin (metilfenidatos), como substâncias controladas de "Classe 2" - a MESMA da COCAÍNA e MORFINA -, que têm utilização médica, mas que PROVOCAM DEPENDÊNCIA. (...) Se você tem uma DEFICIÊNCIA real, isso é uma coisa - o remédio é realmente IMPORTANTE. Mas se sua deficiência consiste em não entrar na Universidade Brown, o uso de remédios é perigoso".

SPEAK SMOOTH 

Segundo o depoimento de algumas mães, este suplemento vitamínico produz resultados e, de acordo com o Facebook da Simone Pires, relatado no blog enfrentandooautismo.blogspot.com.br:

 

"Speak – Suplemento patenteado que apoia o desenvolvimento de fala e coordenação para AUTISTAS e APRÁXICOS. Esse produto ganhou o PRÊMIO “Nutraceutical & Tecnology awards”em maio de 2012 em Genebra, Suiça. Speak é formulado por pediatras contém 7 NUTRIENTES em doses e proporções específicas para favorecer o DESENVOLVIMENTO e manutenção normal da FALA".

 

No entanto, este medicamento não possui registro junto à ANVISA e segundo a opinião dos Drs. Muotry e Gadia não há nenhuma comprovação científica de sua efetividade! 

A neurocientista Mayra Gaiato e o Psiquiatra Rodrigo abordam sobre essa vitamina:

PROMESSA DA CIÊNCIA PARA A CURA PARA DO AUTISMO

O neurocientista e pesquisador ALYSSON MUOTRI é a maior promessa para a CURA do AUTISMO! Segue sua emocionante PALESTRA, na 1a  Conferência Internacional do @cbiofmiami, direto da Harvard, com cobertura exclusiva do Autistologos. 

 

Dr. Muotri é cofundador da @_tismoo, empresa especialista em testes genéticos para o Autismo, com sede em São Paulo, San Diego e Miami. Pós-doutorado em neurociência e biologia de células-tronco pela Salk Institute for Biological Studies, Diretor do Stem Cell Program - Institute for Genomic Medicine, Dept. of Pediátrica & Cellular Molecular Medicina UCSD School of Medicine e Rady Children’s Hospital - Sanford Consortium.

MODELANDO O AUTISMO COM CÉLULAS-TRONCO

Em sua palestra no TEDxFortaleza, explica como é possível modelar o autismo com neurônios humanos (PS. A coleta de dentes de leite pelo neurocientista já foi encerrada): 

ASTRÓCITOS 

Em entrevista exclusiva para o Autistólogos, contou ainda sobre a pesquisa relacionada aos Astrócitos:

PROMESSA DE MEDICAMENTOS PARA UMA CLASSE DE AUTISTAS 

PROMESSA DE MEDICAMENTOS PARA UMA CLASSE DE AUTISTAS

Autistas com alterações no cromossomo 15q, agora sabem qual o gene causador: OTUD7A. Essa descoberta pode trazer uma classe de medicamentos para esse subgrupo de autistas.

 

Segue link da notícia e sua tradução:

Please reload

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Pesquisa liderada por brasileiro mostra relação entre defeito genético e autismo

Ter apenas uma cópia do gene Setd5 alterou as conexões entre neurônios e levou a comportamentos típicos do autismo em testes com camundongos. O estudo foi publicado na revista científica 'Nature Translational Psychiatry'.

Para acessar a matéria completa, clique no lik abaixo:

Alysson Muotri

PESQUISA 

CANNABIS

Em reportagem, a Revista Crescer informou que o CDB, componente não psicotrópico da cannabis, promete diminuir a ansiedade e frequência de crises.
 

No entanto, Em sua palestra no Ico Project, Dr. Carlos Gadia esclareceu que não existe nenhum estudo bem feito sobre os benefícios da Cannabis no Autismo, com exceção dos casos de epilepsia. Portanto, não existe indicação clínica para crianças com TEA.

E Dr. Paulo Liberalesso acrescentou que não há estudos confiáveis nem mesmo para epilepsia. Aparentemente, a eficácia foi em torno de 3% de quem tinha epilepsia não tratável, a mesma porcentagem das novas drogas. O efeito é aparentemente muito pequeno. Em 15% a 20% de epilepsia nenhum medicamento vai resolver. Salientou ainda que não é possível separar a fração psicoativa e que ficou comprovado que o uso da cannabis na adolescência aumenta absurdamente doenças psiquiatras no futuro.

Revista Crescer divulga estudo que conclui que 90% dos Pais acreditam que uso de CANNABIS MEDICINAL apresenta melhora nos sintomas de Autismo. 

Aliás, em sua palestra na Harvard, Alysson Muotri contou que estudos clínicos com minicérebros serão feitos para analisar a efetividade do cannabidiol. (vídeo acima) .

Lembrando que não se trata de nenhuma apologia às Drogas, mas ao uso de MEDICAMENTOS EXPERIMENTAIS e que NÃO devem ser usados SEM PRESCRIÇÃO e ACOMPANHAMENTO MÉDICOS.

(Dica de @julykoerich)

No Brasil, um distribuidor oficial de medicamentos derivados do Cannabis é a @hempmedsbrasil, que divulgou que a OMS - Organização Mundial de Saúde lançou um OFÍCIO que define que ÓLEOS concentrados de canabidiol que NÃO contenham MAIS de 0,2% de THC NÃO ESTÃO MAIS sob controle das Convenções Internacionalde CONTROLE de DROGAS.

 

Mas para ser adquirido no Brasil, ainda necessita de autorização judicial.

Veja alguns benefícios com o óleo em questão, segundo o Facebook @cannautismos.

CANABIDIOL

 

Os neuropediatras Dra. Deborah Kerches e Dr. Thiago Gusmão abordam sobre as vantagens e riscos do uso do canabidiol:

Veja ainda a opinião d Dr. Carlos Gadia sobre o uso do canabidional no Autismo.

Canabidiol - Dr. Gadia 

Veja ainda a opinião d Dr. Carlos Gadia sobre medicação no Autismo.

Medicação - Dr. Gadia 

Conforme divulgado pela Revista Exame em 26/09/2019:

"Pedidos para importação excepcional de produtos à base de canabidiol, uma das substâncias presentes na maconha, serão feitos a partir de 2 de outubro por meio do Portal Único do Governo Federal. A mudança, de acordo com o governo, deverá tornar mais rápido o atendimento. O portal concentra diversos serviços do governo federal.

A solicitação será feita por meio de um formulário e, a partir daí, documentos poderão ser anexados para a análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Todas as informações ficarão concentradas na agência. Atualmente, o pedido é feito na própria Anvisa".

Governo Importa Canabidiol

MEDICAÇÃO DÉFICIT DE ATENÇÃO

Nossa mestre Mayra Gaiato entrevista o neuropediatra Dr. Thiago Gusmão sobre o Déficit de Atenção.

SURAMIN / NAVIAUX

Maior julgamento de drogas autismo experimental planejado para 2019. 

 

O site www.thestar.com publicou o seguinte (tradução google - Dica de Catherine do IG  @apontandoparaofuturo.autism):

 

Uma droga experimental do autismo será mais extensivamente testado no próximo ano por pesquisadores da UC San Diego, onde um pequeno ensaio clínico mostrou sinais precoces de eficácia em 2017.

O julgamento será conduzido na UCSD e UCLA. Ele vai testar a droga em 20 meninos, que vai ter três infusões ao longo de três meses. Cada um será emparelhado com um menino semelhante em um grupo de controle que não vai receber a droga, para um total de 40 meninos.

É provisoriamente esperado que os meninos de 5 a 15 vai participar, disse o Dr. Robert Naviaux, o pesquisador da UCSD liderando o estudo. O julgamento centra-se em meninos, porque eles são muito mais propensos a desenvolver autismo do que as meninas. Se as meninas foram incluídas, o tamanho do julgamento teria que ser dobrado, tornando-o proibitivamente caro, disse ele. Mas as meninas devem ser incluídas em testes posteriores.

A droga é suramin, uma medicina centenária para a doença do sono. Na primeira experimentação, cinco meninos dados uma única infusão do suramin mostraram a melhoria notável na interação e na função sociais. Essa melhoria desvaneceu-se ao longo de dois meses, embora algumas habilidades, como amarrar cadarços e aprender novas palavras de leitura, permaneceu.

Meninos tratados começaram a alcançar novos Marcos, como ativamente engajar-se em novas línguas, jogos sociais como tag, experimentando novos alimentos, e assumindo novos interesses em música, dança, esportes e ciência. Dois dos meninos que eram não-verbais falaram as primeiras sentenças de suas vidas após aproximadamente uma semana.

Cinco meninos controle que não receberam a droga não mostraram melhora significativa.

Naviaux também está liderando um estudo separado que procura prever o risco de autismo ao nascer. Numerosos esforços estão em andamento para encontrar tais evidências preditivas, porque as crianças mais cedo em risco são identificadas, melhor os resultados da terapia.

O estudo examinará os resultados de testes de rotina dados ao nascimento e procurar assinaturas bioquímicas de um desequilíbrio metabólico relacionado ao autismo, juntamente com a história da família. Um total de 250 famílias estão sendo procurados.

Para se qualificar, as crianças devem agora ter entre 3 e 10 anos de idade, nascido na Califórnia de um termo de gravidez normal, e não readmitido para o hospital no primeiro mês após o nascimento. Além disso, as crianças devem ter sido diagnosticados com transtorno do espectro do autismo, ou uma criança tipicamente em desenvolvimento não tomar medicamentos prescritos.

A triagem e a inscrição podem ser realizadas online; Não há necessidade de uma visita pessoal.

Ambos os estudos surgem da pesquisa de Naviaux sobre disfunção metabólica como uma possível causa de autismo e doenças crônicas. Sua hipótese é que a resposta de perigo celular normal, ou CDR, fica preso, deixando as células em um estado de mau funcionamento. Esta resposta é parte de um processo de cura natural células feridas passam.

Naviaux pesquisou a farmacologia de mais de 2.000 medicamentos já aprovados para encontrar aqueles que podem remover o bloqueio de estrada CDR que ele encontrou no autismo. Suramin era a única droga que tinha a atividade desejada.

A vantagem é que as drogas já aprovadas podem ser mais rapidamente reaproveitado e entraram em testes clínicos. A desvantagem é que as empresas estão relutantes em financiar o teste de uma droga cuja patente tem expirado há muito tempo. O julgamento com suramin foi financiado inteiramente com doações privadas, e Naviaux tem procurado dinheiro para executar o novo julgamento.

Os investidores de biotecnologia formaram uma nova empresa para realizar o julgamento mais avançado de suramin no autismo, disse Naviaux. A empresa também irá fabricar a droga. Por enquanto, a empresa não está divulgando seu nome, disse ele.

Enquanto isso, Naviaux publicou novas pesquisas sobre a resposta de perigo celular, descrevendo-o em mais detalhes. O estudo, publicado na revista Mitodrion, divide a resposta de perigo celular em três estágios, cada um dos quais deve ser concluído antes que o próximo pode começar.

Esta resposta é uma resposta universal à lesão, disse ele, se a partir de um corte, um resfriado ou um ataque cardíaco. E está intimamente ligada às mitocôndrias, organelas produtoras de energia celular.

A disfunção mitocondrial tem sido associada a uma série de doenças crônicas, incluindo diabetes tipo 2, doença de Parkinson e doença de Alzheimer.

"Nós os chamamos de CDR1, CDR2 e CDR3", disse Naviaux dos três estágios. "Estes são uma parte intrínseca do ciclo natural de cicatrização. Estamos tentando organizar os detalhes moleculares, de uma forma que nos permite estudar os passos individuais do processo de cura de uma forma objetiva e científica. "

Suramin atinge essa resposta em todos os três ciclos, inibindo a liberação de uma molécula de transporte de energia chamada ATP fora da célula. O ATP é produzido dentro das mitocôndrias, e sua presença fora da célula é um sinal de dano celular.

O papel Mitodrion pode ser encontrado em j.mp/mitocdr.

Para obter informações sobre os estudos do autismo, visite http://naviauxlab.ucsd.edu/study/.

Para obter informações mais gerais sobre a pesquisa do laboratório Naviaux, visite naviauxlab.ucsd.edu. Informações sobre o próximo julgamento suramin também será postada lá.

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