MÚSICA NO CÉREBRO

Assista o vídeo clicando no link abaixo e veja a reação do cérebro à música, como divulgou o IG @anitabritaoficial:

"Aqui está um olhar surpreendente sobre o que a música faz com o seu cérebro.

Utilizando imagem por ressonância magnética funcional (fMRI, do inglês "Functional Magnetic Ressonance Imaging"), um estudo de 2008 concentrou-se em observar as respostas cerebrais dos músicos enquanto eles tocavam música, enquanto um estudo de 2013 analisou a atividade cerebral dos ouvintes gravada pela fMRI enquanto a música era tocada. Colocadas juntas, elas pintam um retrato poderoso do porquê exatamente a música nos influencia do jeito que faz. Tudo se resume a uma verdade simples: a música é realmente um tipo especial de linguagem, que trabalha mais com as emoções do que com a razão.

O cérebro humano reage de maneira diferente a diferentes tipos de música, provocando respostas emocionais, físicas e comportamentais, quase como se a música fosse um mapa, comunicando emoções ao cérebro até melhor que as palavras. Como em uma conversa, diferentes sinais estimulam quase todo o cérebro.

Todo gênero e toda música são seu próprio mapa para uma combinação única de sentimentos e pensamentos. Como mostra esta gravação de uma fMRI de um cérebro que responde à música de tango, nossas reações à música podem ser profundas.

Mas não importa o tipo, música e comunicação são coisas que a maioria de nós precisa. Um estudo diferente do Instituto Neurológico de Montreal da Universidade McGill sugere que ouvir música "pode ​​despertar sentimentos de euforia e desejo", estimulando até a liberação de dopamina no cérebro - uma substância química fortemente associada ao prazer, recompensa e até vício.

Como falar com um amigo querido ou ouvir algo doce de alguém que você ama, a música é uma conversa, que os cérebros de ouvintes e tocadores precisam continuar tendo".

MÚSICA

Como relata a Revista Crescer, estudo demonstra que a música melhora a comunicação em crianças com Autismo: 

"Muitos são os benefícios comprovados da música para as crianças e isso não exclui aquelas que se enquadram no transtorno do espectro autista (TEA). Um estudo canadense mostrou que atividades musicais, como cantar e tocar instrumentos, podem melhorar as habilidades de comunicação social dessas crianças, bem como a qualidade de vida da família.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores da Universidade de Montreal e da Escola de Ciências da Comunicação e Distúrbios da Universidade McGill (Canadá) recrutaram 51 crianças com TEA, com idades entre 6 e 12 anos, que foram designadas a dois grupos de terapia: um envolvendo música e outro não. Após três meses de sessões semanais, os pais das crianças do grupo de música relataram melhorias significativas nas habilidades de comunicação e na qualidade de vida das crianças, não observadas no grupo controle.

Os exames de ressonância magnética, aos quais as crianças foram submetidas antes e depois das sessões, sugerem que a melhora na comunicação se deu por uma maior conectividade entre as regiões auditivas e motoras do cérebro – estimulada pela música –, e uma diminuição entre as regiões auditivas e visuais, comumente observadas no espectro autista.

Megha Sharda, autora principal do estudo, explica que essa conectividade entre o auditivo e o motor é crucial para a interação social. “Quando estamos nos comunicando com outra pessoa, precisamos prestar atenção ao que ela está dizendo, planejar com antecedência para saber quando é a nossa vez de falar e ignorar o ruído irrelevante. Para pessoas com autismo, isso pode ser um desafio”, afirma.

Abram Topczewski, neuropediatra do Hospital Israelita Albert Einstein (SP) e autor do livro Transtorno do Espectro Autista: como lidar, observa que a atividade musical também se mostra prazerosa para essas crianças. “Notamos que elas gostam muito, tanto que vários músicos famosos estavam dentro do espectro. Há uma certa predileção pela música e muitas têm até facilidade para tocar instrumentos. Não à toa, recomendamos aulas de música como parte do tratamento”, conta. “A música é, por si só, uma forma de comunicação e ajuda muito no desenvolvimento”, completa.

Outras atividades indicadas para crianças com o transtorno são a equoterapia e esportes, como a natação. “Essas crianças se relacionam muito bem com animais e acabam criando algo único com os cavalos. No caso da natação, a relação centralizada no adulto, o professor, acaba servindo de ponte para que comece a se relacionar com outras crianças na aula, favorecendo a comunicação”, afirma o especialista".

PLAYLIST SPOTIFY

Segue no link abaixo uma playlist com músicas que estimulam a linguagem que preparamos para vocês.

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MÚSICAS

 

A música é uma ferramenta incrível para estimular a linguagem. No início da verbalização, quanto menos complexa a letra das músicas, melhor! É importante cantar junto para estimula-los a cantar também! Deixe músicas infantis tocando o dia inteiro, no caminho para a escola, durante as brincadeiras, etc. 

VÍDEOS 

Para ampliar o vocabulário, apresente estes vídeos várias vezes, lendo e cantando junto. Pessoas com autismo normalmente são muito visuais, como afirma Temple Grandin no livro Thinking in Pictures (Pensando por Imagens). Por esta razão costumam prestar mais atenção em vídeos e ilustrações. Depois vá mostrando também os respectivos objetos na rotina, nomeando-os um a um de forma pausada e clara, fazendo com que a criança observe os movimentos de sua boca, até que inclua em seu repertório. 

ALFABETO

Uma dica é comprar em livrarias letrinhas e números em EVA ou jogos, livros e brinquedos desse gênero para brincar e ensinar.

Vídeos: "Cantando o ABC" da Galinha Pintadinha, "A Música do Alfabeto"  Gugudada.

Aplicativos: Macaco das Letras da Fisher-Price, Abc do Bita.

A MÚSICA DO ALFABETO 2

GUGU DADA

ABC

GALINHA PINTADINHA

ALFABETO

AUTISTOLOGOS

ALFABETO DO MATHEUS

AUTISTOLOGOS

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OS NÚMEROS

Para estimular a LINGUAGEM, os NÚMEROS também são ótimos aliados.

Existem vários VÍDEOS, JOGOS e BRINCADEIRAS com números.